1ª Companhia: Paulo Andrade revela no Dois às 10 a origem do bigode e o orgulho na família militar, por parte dos filhos.
Instrutor da 1.ª Companhia fala da vida pessoal em direto na TVI
Esta manhã, o estúdio do Dois às 10 recebeu uma visita vinda diretamente da caserna da 1.ª Companhia. Paulo Andrade esteve à conversa com Cristina Ferreira e Cláudio Ramos, revelando detalhes pouco conhecidos da sua vida pessoal.
Desde logo, a curiosidade recaiu sobre o visual que se tornou imagem de marca do instrutor. Questionado sobre o bigode inconfundível, Paulo Andrade explicou que tudo surgiu de forma inesperada durante o período da pandemia.
Um visual que nasceu por acaso e ficou para sempre
Na altura, estando mais tempo em casa, decidiu deixar crescer a barba pela primeira vez. A reação inicial da família não foi positiva, como o próprio contou em tom bem-humorado. “A minha esposa quis-me bater, mas depois continuei”, confessou, entre risos.
Mais tarde, quando pensou em voltar ao visual habitual, acabou incentivado a manter a barba e o bigode por mais algum tempo. A forma revirada para cima começou numa brincadeira, mas acabou por se tornar definitiva, assumindo-se como uma “marca de casa e depois a marca da rua”.
Emoção ao falar dos filhos e do legado militar
Para além do estilo, a conversa ganhou um tom mais emotivo quando Paulo Andrade falou da família. O instrutor revelou que os dois filhos, de 23 e 19 anos, seguiram a carreira militar, uma decisão que o enche de orgulho.
Ainda assim, fez questão de sublinhar que nunca os pressionou. “Foram porque quiseram, tiveram liberdade de escolher… É sinal que eu fiz alguma coisa de verdade”, afirmou.
O filho mais velho é atualmente sargento do quadro permanente. Já o mais novo, militar contratado, prepara-se para seguir o mesmo caminho, dando continuidade a um percurso iniciado pelo pai, que serviu durante 23 anos na escola de tropas paraquedistas.
Fama televisiva ainda sem impacto no dia a dia
Quanto à participação num reality show, Paulo Andrade admitiu que os filhos ficaram apreensivos no início. O formato não lhes era familiar, até porque a versão original tinha sido transmitida há cerca de 20 anos. “Ficaram assim a olhar para a minha companhia, não sabiam o que era”, contou.
Por fim, o instrutor falou da notoriedade alcançada com naturalidade. Explicou que ainda não sente verdadeiramente o impacto da exposição mediática, uma vez que passa a maior parte do tempo na base. “Só saímos ali um diazinho às vezes para ir a casa… Ainda não temos bem a noção”, concluiu, num registo marcado pela simplicidade.
