The Agartha Boutique Hotel: Entre Fátima e Tomar nasceu um novo conceito na hotelaria

The Agartha Boutique Hotel

 

Entre Tomar e Fátima, mais precisamente no lugar de Monchite, em Sabacheira, no concelho de Tomar, nasceu um concerto novo conceito hoteleiro. Um hotel que alia o estar em plena união com a Natureza mas simultaneamente muito próximo dos centros urbanos de Fátima, Ourém e de Tomar. 

 

 

O The Agartha Boutique Hotel é um convite a uma experiência de descanso e de tranquilidade, de quebra da rotina e de bem-estar. O hotel é vizinho da praia fluvial do Agroal, na maior nascente do rio Nabão, nos últimos anos a ganhar destaque como local de turismo e visita.

 

 

O The Agartha Boutique Hotel dispõe de nove quartos, todos decorados de forma exclusiva, uma casa familiar com dois quartos e uma sala, o restaurante Abundância e uma sala multiusos com capacidade para 75 pessoas sentadas e que poderá ser reservada para festas temáticas, nos últimos quatro meses já algumas ali tiveram lugar, apresentação de produtos, conferências, workshops, iniciativas familiares ou eventos empresarias.

 

 

“Nestes primeiros quatro meses desde a inauguração, os hóspedes do hotel têm vindo um pouco de todo o país e alguns chegaram do estrangeiro”, conta Sérgio Freitas, promotor do The Agartha Boutique Hotel.

 

 

Um dos destaques desta unidade hoteleira é o “Abundância Restaurante”, que serve os hóspedes do boutique hotel mas é aberto à população em geral. Com Pedro Rodrigues como chefe de cozinha, o Abundância situa-se no segmento da cozinha tradicional portuguesa, dentro do conceito da quinta para a mesa, com a opção preferencial pelos produtos locais, e com pratos apresentados com um toque criativo e de requinte.

 

 

O The Agartha Boutique Hotel também oferece aos seus visitantes um espaço dedicado à saúde onde estão disponíveis vários tratamentos como: massagens de relaxamento, rejuvenescimento e terapêuticas, sessões de Yoga ou Reiki.

 

 

“Nas opiniões que tenho recebido sobre este projecto uma palavra tem ressaltado: improvável. Concordo plenamente com ela, já que a improbabilidade é uma característica do The Agartha desde o seu início”, explica Sérgio Freitas, promotor do empreendimento, natural de Tomar e engenheiro de formação.

 

 

Localizado num lugar improvável, uma pequena localidade mesmo na fronteira entre Tomar e Ourém, entre vales e serra, o nascimento deste hotel é inesperado, até porque a formação e experiência profissional do promotor assentava e apontava para caminhos diferentes, já que Sérgio Freitas trabalhava como project manager em projectos de engenharia internacionais numa empresa multinacional da área da construção.

 

 

A arquitectura do The Agartha Boutique Hotel é assinada por Filipe Saraiva, que projectou de forma harmoniosa a reabilitação de algumas das estruturas do centenário edifício primitivo, conjugando nos diversos espaços os materiais de construção locais, como o calcário, e a integração da natureza no próprio edifício. 

 

 

“A Agartha foi edificada em estruturas de pedra originais com centenas de anos, mantendo a traça original e todas as características construtivas desta região templária”, evidencia Sérgio Freitas. O projecto de engenharia esteve a cargo do próprio promotor, a construção, nas várias especialidades, foi toda entregue a empresas da região. A decoração é sóbria com elementos tradicionais locais e outros mais contemporâneos. Toda a construção preserva a arte local dos Homens que trabalham a pedra.

 

 

No átrio da recepção existe uma oliveira centenária que dá as boas-vindas a quem chega ao local idealizado por Sérgio Freitas.

 

 

A ideia para este desafio profissional teve início em 2010: “Tinha residência em Braga mas na génese do The Agartha vivia no Togo, em África. Sempre senti necessidade de sair da rotina frenética do dia-a-dia, de procurar tranquilidade, para encontrar o equilíbrio e de recarregar baterias, decidi-me então criar para mim e para quem o deseje um empreendimento com estas características”.

 

 

O próprio nome do boutique hotel é inusual. “Agartha é um termo místico associado à Natureza e que designa o interior da Terra, pois estamos num local muito especial, envolvido pela Mãe-Natureza”, explica o promotor deste projecto que foi financiado em 60% pelo Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER).

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