Agricultores do sudoeste alentejano com emotivo agradecimento: “Obrigado por comprar português!”

A AHSA – Associação dos Horticultores, Fruticultores e Floricultores dos Concelhos de Odemira e Aljezur acaba de lançar um vídeo de agradecimento aos colaboradores e aos consumidores nacionais. Em nome das cerca de 25 empresas associadas, e que representam hoje mais de 200 milhões de euros de facturação anual, a AHSA enaltece o esforço dos cerca de 3.500 colaboradores, de várias áreas – que continuam a operar e a alimentar a cadeia de distribuição nacional e internacional –, e reforça a mensagem “obrigado por comprar português”.

Segundo Nuno Pereira, presidente da AHSA, “diariamente chegam aos supermercados e hipermercados de todo o país camiões carregados de vegetais e fruta. E grande parte deles é proveniente do sudoeste alentejano”. E acrescenta: “As empresas agrícolas continuam a operar, tendo por base planos de contingência responsáveis, que visam a segurança e a saúde dos colaboradores e de toda a população. Somos da opinião de que, existindo mercados abertos e canais logísticos praticáveis, se deverá salvaguardar a atividade agrícola e os seus empregos.

A AHSA foi fundada em 2004 por um grupo de empresas a operar no Perímetro de Rega do Mira (PRM). Atuando numa área produtiva próxima dos 2 mil hectares, conta hoje com cerca de 25 empresas associadas (as maiores da região), que, pelo seu compromisso com a qualidade e a eficiência, alcançaram uma vertente fortemente exportadora, operando no mercado interno, mas também nos mercados mais exigentes da Europa. As várias empresas integram atualmente cerca de 3.500 colaboradores.

2 thoughts on “Agricultores do sudoeste alentejano com emotivo agradecimento: “Obrigado por comprar português!”

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    Obrigado a estes senhores por destruírem todo o parque natural da costa vicentina com as suas estufas de plástico, as pesticidas as suas infraestruturas e que operam numa zona supostamente de valor natural. Impossibilitam qualquer actividade turística na zona e vão fazer este sector económico morrer na zona. Os lucros vão para as grandes multinacionais. As pessoas que aqui vivem são sujeitos a viver rodeadas de plástico e vêm-se confrontados com os problemas sociais resultantes de ter uma população indiana e nepalesa que já é maior do que a portuguesa.

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    Vergonhoso.
    São apoiados com fundos comunitários para destruírem a biodiversidade através da instalação de milhares de hectares de estufas.
    Os materiais são importados. A mão de obra é importada. A quase totalidade das grandes empresas são sediadas no estrangeiro e não pagam impostos como a derrama.
    Em Portugal fica um mar de plástico, uma barragem quase seca, ribeiras eutrofizadas, aquíferos contaminados, agricultores tradicionais asfixiados com o preço dos terrenos e da rega, o sector do turismo numa morte lenta. E agora largas dezenas de trabalhadores asiáticos a propagar a Covid-19 e a sobrecarregarem a despesa e os serviços de saúde publica.
    Agradeça-se sim, aos Portugueses que não patrocinam esta máfia, através do boicote a produtos como framboesas, mirtilos e amoras do Sw Alentejano.

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