Ana Sofia Vinhas destaca a “coerência” da estratégia da EDP (C/Som e Fotos)

 

 

 

Além da Rua EDP, marcada pela portugalidade, a EDP levou o melhor da música portuguesa ao EDP Fado Café, tendo apostado ainda numa activação de marca que além da diversão quis apelar ainda à consciencialização dos consumidores e clientes da empresa.

 

 

Numa entrevista concedida ao Infocul, Ana Sofia Vinhas , começou por dizer que “acho que é importante destacar, que nos mantivemos fieis aquilo que são os nosso princípios e a nossa base de activação da marca, nós reaproveitámos o espaço do ano passado, continuamos a ter 640m2 sustentáveis, fizemo-lo porque achávamos que era uma forma de voltar a utilizar um espaço, claro que mudámos algumas coisas”, contudo preferiu destacar todo o reaproveitamento que é feito.

 

Do ponto de vista da activação mais prática há ligação ao negócio também, que é um palco lá em baixo onde as pessoas podem formar uma banda, cantar e damos 3 meses de energia grátis a cada uma das pessoas”, sendo premiadas 3 pessoas por dia, num total de 9 durante todo o festival, acrescentando “todas as paredes aqui foram pensadas em como é que podemos de alguma forma despertar a imaginação das pessoas, como é que as podemos deixar mais bem dispostas e por isso é que mantivemos o nosso plano de comunicação”.

 

 

Destacou ainda que a “EDP construiu um museu, o museu mais visitado em Portugal onde traz cultura, onde traz artistas, sendo o palco de excelência para grande artistas portugueses. Nós gostamos muito de fazer este intercambio cultural, nós levamos o melhor de Portugal para fora, também gostamos de trazer música brasileira e espanhola para Portugal e temos ainda o Projecto EDP Live Bands que é de apoio a jovens bandas que gravam um cd e vem aqui actuar ao NOS Alive, é uma questão de coerência e racional de uma estratégia que é definida, depois há aqui uma outra vertente da activação da marca que é despertar consciências”, resumiu quando questionada sobre os vários apoios que a EDP proporciona na área cultural e social do país.

 

Abordou ainda a questão dos incêndios que afectaram Portugal no ano passado, destacando que “ajudámos a construir mais de 30 casas na zona afectada”.

 

 

Rui Lavrador

Iniciou em 2011 o seu percurso em comunicação social, tendo integrado vários projectos editoriais. Durante o seu percurso integrou projectos como Jornal Hardmúsica, LusoNotícias, Toureio.pt, ODigital.pt, entre outros Órgãos de Comunicação Social nacionais, na redacção de vários artigos. Entrevistou a grande maioria das personalidades mais importantes da vida social e cultural do país, destacando-se, também, na apreciação de vários espectáculos. Durante o seu percurso, deu a conhecer vários artistas, até então desconhecidos, ao grande público. Em 2015 criou e fundou o Infocul.pt, projecto no qual assume a direcção editorial.

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