Blind Zero vão plantar e apadrinhar árvore autóctone em Amarante

 

 

No dia 26 de Abril, pelas 10:00, os Blind Zero, que celebram 25 anos de carreira, estarão na Escola Secundária de Amarante para a plantação/apadrinhamento de uma árvore autóctone.

Em nota de imprensa, explica-se que “esta árvore, denominada Freixo de Duarte d’Armas, é um exemplar descendente com o mesmo genótipo do ilustre freixo de Freixo de Espada à Cinta, uma árvore cheia de história, classificada de Interesse Público” e “estima-se que a árvore mãe, da espécie Fraxinus angustifoliaVahl, tenha mais de 500 anos”.

Informa-se ainda que “a recuperação do “Freixode Duarte d’Armas” foi desenvolvida por uma equipa da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (intervenção cirúrgica), do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (reprodução vegetativa e seminal) e da Universidade do Algarve (investigação histórica)”, pois o “ freixo tem o nome associado a Duarte d’Armas, que foi quem a mando do Rei D. Manuel I o retratou entre 1509 e 1510, aquando do levantamento cartográfico de 56 castelos fronteiriços de Portugal” e ainda que “o primeiro clone está plantado nos jardins do Palácio de Belém, residência oficial do Presidente da República, em Lisboa

 

Nesta mesma cerimónia, “também um Sobreiro, árvore que é, desde 2011, símbolo nacional, será plantado neste local, chamado “do Sobreiro”, que foi em tempos parte integrante da quinta de Teixeira de Pascoaes, poeta que denota na sua obra preocupação com a natureza das relações entre o homem e a paisagem que o envolve, e que, queremos acreditar, à sombra de vetustos exemplares com mais de 150 anos aqui existentes se terá inspirado para a escrita do seu “Maranus”. Esta iniciativa “resulta de uma parceria com o ICNF e com a UTAD, pretende sensibilizar para a protecção e para a conservação da natureza e da biodiversidade enquanto parte de uma cidadania consciente e activa, enriquecendo o campus escolar da Secundária de Amarante”, e nesta mesma escola “foram elaboradas placas de identificação das espécies existentes” e com “recurso a etiquetas visuais QRCode, que permitem ao utilizador ter acesso a um conjunto vasto de informação de cada espécie através do seu telemóvel”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.