
A DGS publicará, esta segunda-feira, a norma para a utilização de máscaras pela população.
Na conferência de imprensa desta segunda-feira, a ministra da Saúde clarificou que há três tipos de máscaras: os respiradores (FFP), um equipamento destinado aos profissionais de saúde de acordo com determinadas normas; as máscaras cirúrgicas, que previnem transmissão de infecções por quem as tem para outras pessoas; e, depois, as designadas máscaras não cirúrgicas, também conhecidas como “máscaras comunitárias”, que são destinados à “população em geral”.
Marta Temido lembrou que “recentemente o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças apresentou um conjunto de argumentos a favor e contra o uso de marcas comunitárias”.
“Estas recomendações foram traduzidas para a norma que vai ser divulgada e são as seguintes: “de acordo com princípio básico da precaução em saúde pública e face à ausência de efeitos adversos associados ao uso de máscara, pode ser considerada a sua utilização por qualquer pessoa em espaços interiores fechados e com elevado número de pessoas”, dando o exemplo de supermercados, lojas, transportes públicos, etc.
“O uso de máscaras na comunidade constitui um complemento à lavagem das mãos, etiqueta respiratória e distanciamento social”, destacou Marta Temido.
