COVID-19: “Não vencemos a pandemia, mas também não podemos estar em permanente estado de confinamento total”, diz Fernando Medina

Foto: Fernando Medina Facebook Oficial

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, marcou presença, esta sexta-feira, na exposição Meet Vincent Van Gogh, no Terreiro das Missas, em Belém.

Sobre o regresso da actividade cultural, uma das marcas da cidade, disse-nos que “tenho ficado satisfeito com o que sido uma preocupação muito grande de todos aqueles que estão a operar na área da cultura, que é um regresso em segurança”.

Recordou que “nós não vencemos a pandemia, mas também não podemos estar em permanente estado de confinamento total, e esta forma de podermos viver com outro equilibro, é precisamente adaptado com regras que nos permitiram todos viver em segurança”.

Deu o exemplo de Meet Vincent Van Gogh, porque “esta exposição está muito bem preparada e com muito cuidado, com todas as regras necessárias, num esforço grande que está aqui a ser feito para que esta experiência possa ser vivida com segurança e por isso eu convido a cidade a aproveitar esta exposição”.

Fernando Medina disse ainda que “sinto que a cidade deve muito à cultura e a todo o sector da cultura e por isso tivemos uma preocupação desde o início em poder proteger e apoiar todos aqueles que são os obreiros de todo este grande sistema cultura que é a marca Lisboa”, referindo-se às várias medidas de apoio ao tecido cultural.

Recordou mesmo que “antes de todos os outros e de ter sido transformado em Lei, a câmara tinha tomado uma decisão de mantermos todos os contratos que tínhamos até ao final do ano, através da re-calendarização dos eventos, de produções online e televisivas e significou mantermos um valor de 6 milhões de euros em contratação já efectuada ao nível da produção. Em segundo lugar lançar um novo ciclo de apoio à produção, no valor de 1 milhão de euros, que dos quais já aprovamos a totalidade, ou seja, um conjunto de mais de 67 projectos que envolve mais de 1300 artistas e profissionais do sector da cultura, com produções adaptadas a este tempo. Depois uma terceira linha, que é uma linha de emergência destinada às situações mais criticas e em complemento aos apoios do estado”.

Sobre o número de infectados em Lisboa e a preocupação com as últimas notícias, disse que “eu sinto que todo o pais está a fazer um esforço muito grande nesta fase muito exigente, a informação que dispomos é que aquilo que se passa na região da grande Lisboa, da área metropolitana de Lisboa são no fundamental focos concentrados ora em unidades industriais ou em zonas residenciais bem localizadas, mas estamos a acompanhar”.

Rui Lavrador

Iniciou em 2011 o seu percurso em comunicação social, tendo integrado vários projectos editoriais. Durante o seu percurso integrou projectos como Jornal Hardmúsica, LusoNotícias, Toureio.pt, ODigital.pt, entre outros Órgãos de Comunicação Social nacionais, na redacção de vários artigos. Entrevistou a grande maioria das personalidades mais importantes da vida social e cultural do país, destacando-se, também, na apreciação de vários espectáculos. Durante o seu percurso, deu a conhecer vários artistas, até então desconhecidos, ao grande público. Em 2015 criou e fundou o Infocul.pt, projecto no qual assume a direcção editorial.

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