Manuel Maria Carrilho foi aboslvido e considera-se “um mártir de falsas acusações”

Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho voltaram a reencontrarem-se no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, tendo o ex-ministro sido absolvido.

O processo deve-se a uma ocorrência de 14 de Outubro de 2013, que segundo a  TV Mais, onde Carrilho alegadamente ameaçou Bárbara, ameaçando atirá-la escadas a baixo caso avançasse com o divórcio.

Bárbara seguiu com o processo de divórcio e mudou a fechadura da porta de casa.

Desde então vários processos os opuseram em tribunal, com Bárbara inclusive a acusar o ex-marido de violência doméstica e de difamação, mas Manuel Maria Carrilho acabou por ser absolvido pela juíza Joana Ferrer.

É, precisamente, esta juíza que permanece com o caso entre mãos. Sobre os anteriores, a equipa de defesa de Bárbara Guimarães já não acredita numa condenação, dado que dificilmente Joana Ferrer voltaria atrás com uma decisão que ela própria já tomou.

Hoje, Manuel Maria Carrilho voltou a ser absolvido do crime de violência doméstica. À saída do tribunal, acusou o Tribunal da Relação de perseguição.

É a terceira vez que sou acusado e é a terceira vez que sou absolvido. Para mim, é incompreensível a constante perseguição do Tribunal da Relação“, disse à imprensa.

Todos conhecemos a situação sobre os sorteios do Tribunal da Relação. A pessoa responsável por este processo já me saiu três vezes entre dezenas de possíveis responsáveis, acompanhada por outro possível responsável que já saiu quatro vezes. É uma milagrosa coincidência. São factos”, explicou, acrescentando que se sente “um mártir de falsas acusações“.

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