PSP deteve 7 pessoas e identificou 29 devido a incêndios florestais

No contexto da prevenção e combate aos fogos florestais, a Polícia de Segurança Pública registou na fase de maior risco e até à presente data um total de quatro centenas de ignições na sua área operacional.

 

No quadro das suas competências de Proteção civil, a PSP promoveu a vigilância das zonas verdes, o desembaraçamento de tráfego rodoviário, a abertura de corredores de circulação para os veículos prioritários, a evacuação de pessoas (quando necessário), a definição do perímetro de segurança necessário às operações de combate ao incêndio, bem como à adoção das medidas cautelares imediatas necessárias à investigação da responsabilidade pela ocorrência.

 

Tendo as condições atmosféricas sofrido alterações relevantes, menos favoráveis à propagação de incêndios, podemos concretizar um balanço (ainda que provisório) da N/actividade operacional.

No contexto desta última missão que a PSP destaca ter registado 4 centenas de ignições, concretizado a detenção de 7 cidadãos e identificado outros 29, por haver fundadas suspeitas de terem desencadeado incêndios.

 

Os 36 cidadãos referenciados pela PSP são, geralmente, do sexo masculino, com 37 anos de idade e atuam sozinhos. A motivação para o ato é muito díspar, variando desde o desejo de vingança até à admiração pela atuação dos Bombeiros, Forças de Segurança e Emergência Médica.

 

Os detidos, um do sexo feminino, com idades entre os 48 e os 70 anos de idade (média de 45 anos), foram intercetados pela PSP em Lisboa (3 detenções), Vila Real (2), Porto e Bragança (com 1 detenção cada).

 

A PSP destaca a permanente ligação que é mantida com a população e que permitiu que, em vários destes incêndios, a identificação de pessoas suspeitas e ou a efetivação de detenções tenha sido concretizada no contexto das medidas cautelares e de polícia por indicação de populares que, tendo detetado comportamentos suspeitos, prontamente os sinalizaram à PSP, tanto diretamente aos Polícias na rua como via 112.

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