Saiba o impacto, esperado, do Festival da Canção em Portimão, por Isilda Gomes

 

 

 

A RTP anunciou, hoje, que a final do Festival da Canção decorrerá em Portimão. No final da apresentação das novidades do festival à imprensa, o Infocul entrevistou a Presidente da Câmara Municipal de Portimão, Isilda Gomes.

Quando questionada sobre o momento em que foi lançada a possibilidade de a final realizar-se em Portimão, Isilda Gomes disse-nos que “já há imenso tempo que vínhamos conversando com a RTP. A RTP lançou-nos este desafio, naturalmente que este desafio tinha de ser trabalhado e amadurecido, sendo certo que nós tínhamos e temos uma infraestrutura, em Portimão, que é o Portimão Arena, que tem todas as condições reconhecidamente pela RTP para podermos realizar o festival e como eu acabei de frisar na minha curta intervenção, sendo Portimão uma cidade turística por excelência, e sendo de facto o festival da canção, um festival que mobiliza muita gente, faz todo o sentido que tendo espaço, havendo vontade e determinação por parte da RTP como sempre demonstraram que queriam fazer em Portimão seria muito mau não aceitar este desafio, portanto é um novo desafio que abraçamos com muito entusiasmo”.

Sobre a descentralização, neste caso do Festival da Canção, revela que “a descentralização, eu diria que, faz-se sobretudo na transmissão de competências que estão normalmente no Terreiro do Paço e que agora passam para as autarquias e de facto isso é aproximar as decisões de quem é facto é abrangido por elas e quando há uma decisão de proximidade ela é sempre muito mais consequente, muito mais abrangente e muito mais assertiva e por isso eu acredito que a descentralização serve melhor os nosso concidadãos e serve mesmo internamente dentro dos municípios, os municípios também descentralizam para as freguesias, porque as freguesias ainda estão mais próximas dos cidadãos e é desta forma que nós temos de trabalhar, é um trabalho de proximidade e eu acredito que é assim que nós podemos construir uma sociedade mais democrática e sobretudo mais inclusiva e com maior dinâmica e com maior assertividade

Sobre o impacto económico que a final do Festival da Canção terá em Portimão, diz que “já temos alguns dados, ainda não completamente trabalhados, agora a grande questão é esta, nós temos a obrigação de dinamizar Portimão, nós temos obrigação de levar Portimão a todos os recantos, sejam nacionais, sejam internacionais e este é também um evento que nos permite fazer isso, aliás este ano nós somos a cidade europeia do desporto 2019, temos agendadas uma panóplia de actividades, que já chega neste momento até às mil e digamos que está é outra forma de projectar o município, porque sempre que projectamos o município, e trazemos gente ao município é a economia que melhora e mobiliza

 

 

Entrevista e Texto: Rui Lavrador
Fotografia: Alexandre Marques

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.