A Temporada Europeia da WSL inaugura-se na Costa da Caparica

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A Costa da Caparica vai receber o início da temporada europeia da WSL durante o fim-de-semana da Páscoa. Durante este dia as ondas serão consistentes e espera-se múltiplos picos de competição para iniciar a temporada da competição. 

 

 

Rob Gunning, responsável da WSL, não poupa elogios à escolha do local e da Câmara Municipal de Almada, “O Caparica Primavera Surf Fest evoluiu notavelmente, progredindo todos os anos e agora, na terceira edição, tornou-se um evento WSL com seis competições de três categorias. A organização é muito profissional e o apoio da autarquia é muito forte, o que se traduz num futuro promissor para este evento nos próximos anos“.

                      

 

Miguel Gomes, presidente da Associação de Surf da Costa da Caparica, é o responsável escolhido pelo festival para a atribuição dos “wildcards” para as muitas provas do Caparica Primavera Surf Fest incluindo os eventos da WSL.

 

 

Esta é uma responsabilidade que Miguel Gomes não encara de ânimo leve, mas explica que os critérios de escolha são muito objectivos, “As nossas escolhas recaem nos atletas que se distinguiram o ano passado, ou seja, naqueles que tiveram melhores resultados desportivos. Depois, há uma ou outra situação em que temos de pensar no ponto do percurso de formação em que o atleta se encontra“.

 

 

São esperados inúmeros surfistas europeus e internacionais para iniciarem a temporada europeia da WSL na Costa da Caparica, “A Califórnia da Europa”.

 

 

Considero bastante importante ter este evento nas nossas praias, primeiro porque é um incentivo extraordinário para o turismo e mostra bem o potencial da Costa da Caparica. Esta Califórnia da Europa, não é só o melhor palco de treino de surf do país, pela sua extensão com cerca de 20 quilómetros de costa, como tem também uma qualidade de ondas de todos os tipos. Depois, para os nossos atletas representa uma oportunidade única de competir ao mais alto nível. É bom para os nossos atletas de topo, mas também para os mais novos, pelo estímulo que representa“.

 

 

A juntar ao lado competitivo, haverá uma happy hour pelas 18:00 no Dragão Vermelho, orquestrada por Rui Miguel Abreu que vai servir a melhor banda sonora que vai de África à Jamaica e da electrónica ao jazz, para passar um pôr-do-sol em cheio na “Surf City”.

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