Uniplaces revela as nacionalidades que geram mais lucro ao mercado do arrendamento em Portugal

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A Uniplaces revelou as nacionalidades que mais lucro produzem no mercado de arrendamento em Portugal.

 

 

Em Portugal existem mais de 3500 proprietários que rentabilizam os seus imóveis através da Uniplaces nas cidades de Lisboa, Porto e Coimbra. No último ano, os estudantes brasileiros originaram mais de 1 milhão de euros (484 euros mensais) no mercado de arrendamento, seguindo-se os alunos de nacionalidade francesa (356 euros mensais) e alemã (314 euros mensais).

 

 

Nos últimos cinco anos, o número de estudantes estrangeiros inscritos no ensino superior em Portugal aumento mais de 70%. Anualmente, mais de 30.000 estudantes provenientes de outras nacionalidades procuram alojamento no país com uma duração média de cinco meses (um semestre).

 

 

“O alojamento de média duração destinado a estudantes tem-se destacado no mercado imobiliário e proporcionado lucros aos proprietários particulares e profissionais que pretendem rentabilizar os seus imóveis de forma contínua, ao longo de todo o ano”, explica André Rodrigues Pereira, Country Manager da Uniplaces em Portugal.

 

 

Os estudantes de nacionalidade Polaca e Italiana são os que apresentam os gastos médios mensais mais reduzidos no que se refere ao arrendamento de imóveis, 356 euros e 314 euros respectivamente.

 

 

“Os estudantes internacionais são responsáveis por mais de dois terços das reservas realizadas feitas na Uniplaces no nosso país. Neste tipo de alojamento de média duração, verificamos que estudantes de determinadas nacionalidades estão dispostos a pagar valores acima da média por alojamento de qualidade superior e em bairros de referência”, refere ainda o Country Manager da plataforma.

 

 

77% das reservas de alojamento realizadas na Uniplaces, plataforma online para alojamento de forma eficaz e segura, são feitas por estudantes estrangeiros. No último ano a empresa gerou semanalmente mais de 1 milhão de euros em arrendamento, permitindo que proprietários particulares e profissionais rentabilizem os seus imóveis, num mercado avaliado em mais de 249 milhões de euros em Portugal e em mais de 19 mil milhões de euros na Europa. 

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