Viana do Castelo: Presidente da Câmara apela à contenção nas cerimónias religiosas nos cemitérios

Tendo consciência que as solenidades de Todos os Santos e as comemorações dos Fiéis Defuntos são intensamente sentidas e vividas pelos fiéis católicos do concelho de Viana do Castelo e sendo tradicionalmente nestes dias feita a visita aos cemitérios, bem como celebrações litúrgicas ou eucarísticas nos mesmos de acordo com a tradição da Igreja Católica;
Dado o atual estado de evolução da Pandemia do Covid-19 e face à emergência de contenção e de prevenção para que não se coloquem em causa os serviços de saúde dos Hospitais Distritais a quem são acometidas todas as responsabilidades de acudir aos cidadãos infetados pela epidemia;

O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo apela aos párocos e aos responsáveis pela Diocese de Viana do Castelo para que sejam observadas as seguintes orientações:
1.º Que observem o cumprimento da afetação dos espaços dos cemitérios com base nas indicações do número reduzido de pessoas e, em simultâneo, bem como da permanência máxima de trinta minutos por visitante;
2.º Que se abstenham de efetuar celebrações religiosas e de homenagem nos cemitérios, respeitando desta forma as normas de segurança e saúde e evitando assim a possibilidade de aumento da contaminação decorrente da proximidade de pessoas e aglomerações.

O Município de Viana do Castelo, consciente da importância destes atos e destas tradições, teve oportunidade de efetuar uma coordenação com todos os Presidentes das Juntas de Freguesia para que fosse possível manter a visita aos cemitérios nos dias de Todos os Santos e Fiéis Defuntos com regras de tempo de permanência e tendo, para o efeito, a melhor colaboração do Corpo Nacional de Escutas no apoio, informação e orientação de todos os que desejem participar.
Este é um momento difícil da vida de toda a sociedade portuguesa, pelo que se apela ao elevado sentido de responsabilidade coletiva e ao elevado sentido de preservação do valor da Vida, bem como à responsabilidade maior de cada um de nós e de cada pessoa que esteja revestida de autoridade, quer civil, quer religiosa, quer militar para ser um agente de saúde pública.

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