
A Weleda, marca suíça de cosmética e bem-estar, apresentou hoje, no Restaurante Terra, em Lisboa, dois novos produtos da linha Skin Food.
Agora, a gama conta com o Skin Food Body Butter, um bálsamo corporal que nutre a pele intensamente ao mesmo tempo que a suaviza e ilumina, e com o Skin Food Lip Balm que repara e nutre os lábios secos e gretados.
A marca destaca estes produtos como sendo “BIO e 100% Natural (à base de plantas medicinais como a camomila BIO, a calêndula BIO, o alecrim BIO e os amores perfeitos de colheita silvestre) tem um grande poder calmante e reparador para peles secas, irritadas, gretadas ou agredidas. Não contém parabenos, conservantes ou perfumes sintéticos, nem substâncias de origem petroquímica”.
O Skin Food Body Butter tem como Principais Benefícios: Repara, nutre e hidrata intensamente; Ligeiro e de rápida absorção, acalma a pele; Deixa a pele suave e elástica; Ideal para peles secas e muito secas.
Preço recomendado (150 ml): 20,25 €

O Skin Food Lip Balm tem como Principais Benefícios: Nutre e repara intensamente; Hidrata, suaviza e acalma os lábios; Textura suave e ligeira; Lábios secos ou gretados.
Preço recomendado (150 ml): 5,05 €

Já o Skin Food Original tem como preço recomendado: 10,10 € (30 ml), 14,85 € (75 ml).

Filipe Rocha, da Vyria (distribuidora da marca Weleda em Portugal), começou por nos dizer que “antes do mercado estar sobre-lotado, a Weleda existia há 90 anos, portanto é uma marca que é pioneira, é a nº1 na cosmética natural e bio. E é realmente uma marca natural, isso é verdadeiramente importante, porque há uma tendência, normal, de procurar cada vez mais os produtos naturais por todas as razões: saúde, bem-estar mas também ambientais e isso é o que a Weleda faz desde sempre”, quando questionado sobre as grandes diferenças da Weleda para a concorrência.
Garantiu ainda que “é uma marca sustentável e é a única marca europeia que tem o logo e certificado máximo de sustentabilidade que é o UEBT, que garante a sustentabilidade em termos de impacto ambiental, em termos da fauna e flora, e também em termos sociais”.

E revelou até que “compreendo que uma pessoa possa sacrificar a qualidade num produto de higiene, bem-estar ou cosmética em prol da sustentabilidade e tudo isso. Contudo, quando procuramos um produto também queremos que ele seja eficaz e na Weleda são eficazes. E são eficazes, também, porque são naturais. Porque ao contrário da cosmética tradicional, quem diz cosmética diz produtos de higiene, em que os activos, o que vai dar a eficácia, representam uma percentagem ínfima da fórmula. Tudo o que é parte da fórmula Weleda, desde a sua parte harmoniosa aos seus perfumes naturais, extractos vegetais, ceras eventualmente, óleos essenciais, tudo faz parte da fórmula e da sua eficácia. E há um laboratório farmacêutico que tem uma maneira de trabalhar extremamente rigorosa e depois tem também o feedback de três gerações que usam, já, a marca (claro que nem todos os produtos têm esse tempo) que permitem sustentar a eficácia e testar novas soluções”.
Esclareceu ainda que “o custo de produção é muito elevado, pois como pode imaginar utilizar óleos essenciais, extractos vegetais biológicos, quando se tem de garantir a sustentabilidade e quando ainda se pratica o comércio justo, etc etc, o custo de produção é muito elevado. O que a Weleda faz é, tanto para mim enquanto distribuidor como para os comercializadores, é margens de lucro mais curtas”.

