André Filipe recorda o avô: “Espero que tenhas orgulho na pessoa em que me tornei”, assinalou nas redes sociais.
Ontem, André Filipe esteve no Jardim Zoológico, em trabalho, juntamente com 48 crianças, e não conteve a emoção no momento em que assistiu a um espetáculo com golfinhos.
Tudo porque há cerca de 20 anos, quando era ainda um menino, foi ali que esteve com o avô poucos dias antes de ele morrer.
“Quando olhei para a outra ponta da outra plateia, lembrei-me do meu avô. Parecia que estava a vê-lo ali. Parece que o senti a dizer-me adeus“, desabafou o ex-concorrente do Big Brother, da TVI, num vídeo que partilhou na secção de InstaStories.
“Coincidência ou não, o lugar estava vazio. Foi como se o meu avô estivesse ali a fazer-me adeus e a sorrir para mim. Estava a cumprimentar o André de hoje, de 29 anos. Espero que tenhas orgulho na pessoa em que me tornei e em todas as batalhas que superei na vida. Tenho saudades tuas. Cuida de mim e de toda a família“, escreveu.
Manuel Barreiro, como se chamava o avô de André Filipe, morreu no Barreiro, em 2006, aos 85 anos.
Nascido em Pias, no Alentejo, em 1921, fez um pouco de tudo ao longo da vida. Foi carpinteiro de carros, esteve emigrado em França e trabalhou no Posto Central de Fomento Apícola – Tapada da Ajuda, como carpinteiro e apicultor.
Após a reforma, começou a escrever, tendo publicado livros como “A Herdade e os Pedrosas” (romance), “O Pedro Ninguém” (ficção), “Variantes de um Pensamento” (contos) ou “Sonetos de Amor e Mágoa”.




