António Manuel Ribeiro na programação do próximo fim-de-semana do Cineteatro D. João V

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O último fim-de-semana do mês de Janeiro, dias 27 e 28, traz ao Cineteatro D.João V, na Damaia, as melhores músicas e histórias de António Manuel Ribeiro, líder dos UHF, e uma divertida comédia musical que tem como autor e encenador Carlos Areia.

 

 

Em “Há sempre uma história”, António Manuel Ribeiro vai revelar, entre canções, algumas das histórias que fazem parte da sua vida. Com mais de 37 anos de carreira ininterrupta, o cantor e compositor apresenta-se num espectáculo em que a voz e a guitarra (várias guitarras acústicas) recriam o universo original de um lote de temas muito queridos.

 

 

Na noite do dia 27 de Janeiro, pelas 21:30, no palco do Cineteatro D. João V, na Damaia, canções de sempre e canções esquecidas regressarão ao formato de onde um dia partiram: o cantor e o contador de histórias na intimidade. 

 

 

Neste concerto António vai estrear alguns inéditos e vai contar com a companhia de dois convidados especiais: Ivan Cristiano (percussão) e António Côrte-Real (guitarra acústica). Os bilhetes custam 10 euros.

 

 

No dia 28 de Janeiro, pelas 21:30, pode ser vista a comédia musical “E porque não emigras?”. O bilhete custa 10 euros. Esta peça, com duração de duas horas, é inspirada no formato de Revista à Portuguesa.

 

 

Carlos Areia, autor e encenador (diz ele), faz do espectáculo de Revista a sua bandeira. Patrícia Candoso e Ana Ferreira, actrizes e cantoras, têm uma visão do espectáculo muito mais à frente, gostam de teatro interveniente, que o público saia da sala a pensar sobre o que viram.

 

 

A elas junta-se Rosa Soares, actriz, com a intenção de convencer o autor a criar outro tipo de espectáculo. E como uma desgraça nunca vem só, aparece Paulo Patrício cujo sonho é ser actor, no entanto, é contratado como mulher de limpezas, o que para já dá a garantia de ser um espectáculo sem mácula.

 

 

Para bem do País, da reforma agrária, da desertificação do interior e das pescas espera-se que os cinco se entendam, senão o melhor será mesmo emigrar! A única garantia que é dada ao público é que se vai rir mesmo sem vontade.