Ricardo Boleo apresenta “A morte do Príncipe” no Teatro da Trindade INATEL

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“A morte do Príncipe” pode ser vista na Sala Estúdio, no Teatro da Trindade, de 27 de Outubro a 20 de Novembro. A peça pode ser vista de quarta-feira a sábado às 21:45 e no domingo às 17:00.

 

 

A destruição do campo de batalha que, um dia, foi lar. Geometria maquinal de uma pátria putrefacta. Para quê um reino que ter se não há mais que a hora de se ser ou não ser? Usar a máscara de Hamlet é reconhecer o fracasso. A atroz descoberta de si desvela o único e merecido trono: a morte. Dizem-se coisas impossíveis. O corpo, em carne viva, grita. A falsa impossibilidade de substituição. Terror e desespero entre a vida e a morte. A Europa reduzida a escombros. As ruínas, o reduto do crime. A esperança não se concretizou. Esta é a sinopse da peça.

 

 

“A morte do Príncipe” é um texto feito a partir de Fernando Pessoa, Heiner Müller e William Shakespeare, a encenação e dramaturgia é de Ricardo Boléo, mestre em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Ricardo Boléo tem trabalhado regularmente como dramaturgo, dramaturgista, encenador e intérprete tanto teatros (Teatro Turim, Teatro da Trindade, Teatro Nacional D. Maria II, etc.) quanto em espaços não convencionais (Animatógrafo do Rossio, Armazéns Abel Pereira da Fonseca, etc.) em diversos espetáculos, dos quais se destacam “Éter” (2013). Em 2014 é-lhe atribuída a Bolsa Jovens Criadores CNC/IPDJ.

 

 

A interpretação da peça está a cargo de José Condessa e Lídia Muñoz.

 

 

José Condessa tem o curso de Interpretação da Escola Profissional de Teatro de Cascais. Durante a sua formação foi dirigido por nomes como, por exemplo, Beatriz Batarda. Interpretou espetáculos encenados por Pêpê Rapazote, Mafalda Vilhena e José Boavida (“A Arca”) ou Carlos Avilez (“Hamlet”, “Auto da Barca do Inferno” e “Auto da Índia”). Fez parte dos elencos das telenovelas “Jardins Proibídos” (2015) e “Santa Bárbara” (2015/2016), ambas na TVI. Actualmente faz parte do elenco da telenovela “Rainha das Flores” (SIC).

 

 

Já Lídia Muñoz tem o curso de Interpretação da Escola Profissional de Teatro de Cascais e a licenciatura em Teatro. Foi assistente de encenação de Diogo Infante (“O Ano do Pensamento Mágico”). Como actriz trabalhou com Carlos Avilez (“Muito Barulho por Nada”, “O Comboio da Madrugada” e “Macbeth”), João Mota (“Não Consigo Compreender Comédias Destas”). Já tinha trabalhado, anteriormente, com Ricardo Boléo na peça “Cântico”. Fez parte dos elencos adicionais das telenovelas “Mar de Paixão”, “Destinos Cruzados”, “A Única Mulher” e “A Impostora”, todas na TVI.

 

 

“A morte do Príncipe” é indicado para maiores de 16 e pode ser vista de 27 de Outubro a 20 de Novembro na Sala Estúdio do Teatro da Trindade.