{"id":52638,"date":"2019-03-06T00:00:31","date_gmt":"2019-03-06T00:00:31","guid":{"rendered":"https:\/\/infocul.pt\/?p=52638"},"modified":"2019-03-06T08:10:19","modified_gmt":"2019-03-06T08:10:19","slug":"bruno-chaveiro-a-nossa-palavra-vale-mais-que-qualquer-outra-coisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infocul.pt\/arquivo\/cultura\/bruno-chaveiro-a-nossa-palavra-vale-mais-que-qualquer-outra-coisa\/","title":{"rendered":"Bruno Chaveiro: &#8220;A nossa palavra vale mais que qualquer outra coisa&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-52639 size-full lazyload\" data-src=\"https:\/\/infocul.pt\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/260-e1549641650122.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"1200\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 800px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 800\/1200;\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u2018Desatino\u2019 \u00e9 o nome do primeiro disco de Bruno Chaveiro, m\u00fasico portugu\u00eas nascido na Sui\u00e7a, mas que cedo veio para o Alentejo, Montemor especificamente. Em entrevista a Rui Lavrador, e <a href=\"https:\/\/infocul.pt\/arquivo\/cultura\/bruno-chaveiro-anuncia-nome-do-primeiro-disco-e-revela-que-o-alentejo-estara-sempre-presente-em-qualquer-coisa-que-eu-faca\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">depois de j\u00e1 nos ter revelado em tra\u00e7os gerais o que esperar deste disco<\/a>, Bruno Chaveiro d\u00e1 a conhecer um lado mais pessoal que reflecte-se na m\u00fasica que cria.<!--more--><\/p>\n<p>\u201c<em><strong>Na verdade acho que \u00e9 um registo instrumental de can\u00e7\u00f5es, de melodias, que foram criadas e arranjadas no sentido de fazer m\u00fasica instrumental, mas que na sua g\u00e9nese s\u00e3o can\u00e7\u00f5es<\/strong><\/em>\u201d, come\u00e7a por analisar o seu primeiro disco, acrescentando que \u201c<em><strong>a primeira ideia que tive sempre, sendo can\u00e7\u00f5es, era que as melodias fossem cantadas e depois \u00e9 que comecei a fazer experi\u00eancias com a guitarra (porque as compus \u00e0 viola e depois \u00e9 que comecei a fazer experi\u00eancias com a guitarra), e come\u00e7\u00e1mos a construir os arranjos nessa vertente instrumental<\/strong><\/em>\u201d. Disse que \u201c<em><strong>seria maravilhoso<\/strong><\/em>\u201d, se no futuro visse os seus temas interpretados por algu\u00e9m.<\/p>\n<p>Bruno Chaveiro nasceu a 30 de Agosto de 1993, em Morges, uma pequena localidade na Su\u00ed\u00e7a. Com apenas 7 anos, j\u00e1 de volta a Portugal, come\u00e7ou a aprender viola de Fado, na terra de origem dos seus pais, Montemor-o-Novo. Aos 11 anos apresentou-se pela primeira vez em palco e nunca mais parou. Com 15 anos, atreve-se a experimentar a Guitarra Portuguesa e apaixona-se de imediato. Come\u00e7a ent\u00e3o a estudar e a debru\u00e7ar-se sobre o instrumento e ,cada vez mais, a Viola de Fado foi\u00a0ficando para tr\u00e1s.<\/p>\n<p>Neste trabalho conta com temas compostos por si e outros de pessoas que s\u00e3o refer\u00eancia, desvendando que \u201c<em><b>todos os temas que foram gravados, tantos os compostos por mim, como aqueles que foram escolhidos, foram seleccionados\u00a0tendo em conta obviamente os compositores, pretendi prestar homenagem a algumas das minhas maiores refer\u00eancias e no fundo tamb\u00e9m a agradecer a algumas pessoas, momentos e alturas que foram cruciais na minha vida<\/b><\/em>\u201d, da\u00ed que \u201c<em><strong>gravei o Jos\u00e9 Nunes, Jos\u00e9 Fontes Rocha, Domingos Camarinha, Casimiro Ramos e Cust\u00f3dio Castelo, claro<\/strong><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Tendo em conta o seu percurso de vida (nasceu na Sui\u00e7a, cresceu em Montemor e actualmente trabalha maioritariamente em Lisboa), pedi a Bruno Chaveiro para atribuir um tema do disco a cada uma destas localidades. \u201c<em><strong>Montemor claramente \u2018Saudades\u2019, porque fiz esse tema a pensar em Montemor, porque apesar de ter nascido na Su\u00ed\u00e7a, \u00e9 a minha terra, foi l\u00e1 que cresci e \u00e9 l\u00e1 que \u00e9 a minha casa, e portanto saudades por raz\u00f5es \u00f3bvias, porque andamos numa correria de um lado para o outro e tenho muito pouco tempo para estar\u2026<\/strong><\/em>\u201d, acrescentando que \u2018Desatino\u2019 \u201c<em><b>seria provavelmente Lisboa que \u00e9 onde se passa toda a correria e onde trabalho efectivamente\u00a0e Sui\u00e7a, n\u00e3o por ter nascido l\u00e1, mas em consequ\u00eancia disso ter vivido l\u00e1 algum tempo, \u2018Guitarra perdida\u2019<\/b><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Em 2011, come\u00e7a a ser requisitado por algumas casas de Fado em Lisboa, sendo que j\u00e1 na altura (deste 2007) era m\u00fasico residente da Casa de Fados O Bota Alta, em \u00c9vora. Em 2013, ingressa na licenciatura em Guitarra Portuguesa na Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) do Instituto Polit\u00e9cnico de Castelo Branco (IPCB). Tornando-se disc\u00edpulo do Mestre Cust\u00f3dio Castelo\u00a0(considerado um dos maiores e mais virtuosos Guitarristas da actualidade). Termina a licenciatura em 2016 com distin\u00e7\u00e3o e nota m\u00e1xima (20 valores), na execu\u00e7\u00e3o do instrumento.\u00a0\u00c9 nesta altura que, depois de j\u00e1 tocar regularmente em algumas das mais conceituadas casas de fado em Lisboa (Luso, Adega Machado, Faia, etc.), assume Lisboa como a sua morada certa.<\/p>\n<p>Desde 2016 que tem vindo a colaborar com alguns dos mais conceituados artistas do panorama musical portugu\u00eas como Raquel Tavares, M\u00edsia, Pedro Moutinho, F\u00e1bia Rebord\u00e3o, Jorge Fernando, Celeste Rodrigues, Carminho, Cuca Roseta, Buba Espinho, Marco Rodrigues, Ana La\u00edns entre outros. Paralelamente, \u00e9 m\u00fasico residente numa mais medi\u00e1ticas casas de fado, a Casa de Linhares \u2013 Bacalhau de Molho, onde trabalha regularmente com Jorge Fernando (um dos mais reconhecidos fadistas, m\u00fasico, compositor e produtor da Hist\u00f3ria).<\/p>\n<p>Mas ser\u00e1 que agora mudaria algo no disco? Bruno Chaveiro \u00e9 de convic\u00e7\u00f5es fortes portanto \u201c<em><strong>em termos de conte\u00fado n\u00e3o, acho que estou muit\u00edssimo bem resolvido e muito contente e orgulhoso com o report\u00f3rio que escolhemos e com os arranjos e a forma como foram trabalhados<\/strong><\/em>\u201d, mas revela que \u201c<em><strong>claro est\u00e1, quanto mais vezes ou\u00e7o mais imperfei\u00e7\u00f5es noto e hei-de ter sempre, h\u00e1 quest\u00f5es e at\u00e9 t\u00e9cnicas que j\u00e1 melhorei desde ent\u00e3o e que se calhar num pr\u00f3ximo ser\u00e3o aprimoradas, e portanto \u00e9 \u00f3bvio que alterava algumas coisas, mas n\u00e3o em conte\u00fado<\/strong><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o do disco foi responsabilidade tamb\u00e9m de Bruno Chaveiro, at\u00e9 porque \u201c<em><strong>\u00e9 um mundo que me fascina e gostava muito de um dia poder ser produtor e produzir outros artistas e servi-me de mim como cobaia para explorar esse mundo e acho que neste caso em concreto ningu\u00e9m melhor que eu, at\u00e9 porque a maior parte das composi\u00e7\u00f5es s\u00e3o minhas e eu \u00e9 que tinha a ideia de como gostava que fosse o resultado. Este disco acaba por ser uma coprodu\u00e7\u00e3o de todos os m\u00fasicos, porque todos os m\u00fasicos foram important\u00edssimos e inclusivamente o Nan\u00e1 e foram important\u00edssimos na tomada de decis\u00f5es de alguns arranjos, pormenores mesmo em termos de linguagem, de cor dos arranjos, se assim quisermos dizer\u2026 Eu assumi a produ\u00e7\u00e3o, mas obviamente que cada um dos m\u00fasicos contribuiu e foi quase uma coprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Nome incontorn\u00e1vel do seu percurso \u00e9 Cust\u00f3dio Castelo de quem diz que \u201c<em><b>o maior legado que me deixa \u00e9 enquanto pessoa, foi na transmiss\u00e3o de conhecimentos, como a n\u00edvel de car\u00e1cter e atitude, e a\u00ed acho que est\u00e1 o maior legado que o Cust\u00f3dio me deixou. Enquanto m\u00fasico, efectivamente\u00a0eu descobri uma guitarra portuguesa que eu n\u00e3o sabia que existia, tocava de uma determinada forma se calhar muito mais tradicionalista, muito e quase exclusivamente ligado ao fado e com o Cust\u00f3dio percebi que a guitarra tem uma voz pr\u00f3pria, claro que desde sempre existiram solistas e guitarristas que se destacaram nesse campo, mas efectivamente\u00a0acho que o Cust\u00f3dio desde sempre, \u00e9 a minha opini\u00e3o, foi aquele que realmente deu voz \u00e0 guitarra e que extrapolou e deu o salto para outro n\u00edvel<\/b><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>A Casa de Fados \u2018Bota Alta\u2019 em \u00c9vora foi o ponto de partida para Bruno Chaveiro. Sobre esta m\u00edtica casa de fados evorense diz-nos que \u201c<em><strong>o meu percurso no Bota Alta \u00e9 curioso, eu comecei a ir ao Bota Alta tocar viola e a Esperan\u00e7a, que \u00e9 a dona do Bota Alta, \u00e0s vezes era complicado encontrar m\u00fasicos para assumir a resid\u00eancia l\u00e1 e ent\u00e3o o \u201ccontrato\u201d que eu tinha com ela era, quando precisavam de algu\u00e9m para tocar viola eu ia tocar viola e quando precisavam dum guitarrista eu ia tocar guitarra e acabava por estar l\u00e1 todos os dias e foi important\u00edssimo para mim, porque comecei a conhecer pessoas diferentes e fadistas que realmente eu n\u00e3o conhecia e isso obrigou-me a aprender repert\u00f3rio que n\u00e3o dominava e tocar numa casa de fados \u00e9 essencial para qualquer guitarrista e acho que faz parte do percurso, acho que temos de passar por l\u00e1<\/strong><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Uma das imagens que melhor define Bruno Chaveiro \u00e9 o seu forte car\u00e1cter que revela-se na sensibilidade que demonstra nos mais distintos momentos. A vida foi a sua escola maior, at\u00e9 porque \u201c<em><strong>ao longo da vista n\u00f3s aprendemos a construir esse car\u00e1cter, e a construir a nossa personalidade, algumas vezes posso ter tomado decis\u00f5es erradas, ou ter falhado a compromissos e as pouqu\u00edssimas vezes que isso aconteceu, eu aprendi que n\u00e3o podem acontecer e assumi sempre responsabilidade sobre todas essas ac\u00e7\u00f5es que foram menos positivas ou erradas, e eu acho que desde sempre esses princ\u00edpios foram muito claros, que \u00e9, se prometemos cumprimos, se damos a nossa palavra, vale mais que qualquer outra coisa<\/strong><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>E ao longo da vida, \u201c<em><strong>h\u00e1 duas pessoas que s\u00e3o os pilares da minha vida em todos os aspectos e obviamente na m\u00fasica, s\u00e3o a minha m\u00e3e e a minha irm\u00e3, s\u00e3o as duas pessoas que efectivamente estiveram sempre comigo e apoiaram-me sempre, independente de quais fossem as decis\u00f5es que eu tomasse e qual fosse o percurso que eu imaginaria, e ainda hoje eu n\u00e3o tomo uma decis\u00e3o sem falar com a minha m\u00e3e primeiro e ela n\u00e3o percebe absolutamente nada deste mundo, no sentido at\u00e9 mais comercial, mas ainda hoje me sinto na obriga\u00e7\u00e3o de pedir opini\u00e3o, mesmo que j\u00e1 a tenha formada<\/strong><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Bruno \u00e9 um defensor ac\u00e9rrimo de Montemor, e decidi provoc\u00e1-lo&#8230;com as bifanas de Vendas Novas, ex-libris da gastronomia portuguesa. Mas para Bruno Chaveiro, \u201c<em><b>a grande qualidade das bifanas de Montemor\u2026 s\u00e3o melhores que as de Vendas Novas, mas \u00e9 a minha opini\u00e3o. H\u00e1 esta coisa entre Montemor e Vendas Novas, que \u00e9 uma esp\u00e9cie de rivalidade e eu na verdade nem tenho motivos para isso, mas desde sempre ouvi falar nesta disputa entre Montemor e Vendas Novas, e agora quando dizem que o ponto de atrac\u00e3o\u00a0m\u00e1xima de Vendas novas \u00e9 a Bifana e que s\u00e3o as melhores do mundo, pois tenho de discordar e as de Montemor s\u00e3o francamente melhores<\/b><\/em>\u201d. Mas Bruno Chaveiro \u00e9 um \u2018bom garfo\u2019 e n\u00e3o se fica pelas bifanas, at\u00e9 porque \u201c<em><strong>as migas, as sopas de feij\u00e3o \u00e9 uma infinidade de coisas que s\u00e3o incr\u00edveis\u2026 os enchidos\u2026se a entrevista durasse tr\u00eas horas poderia apresentar-te uma lista..<\/strong><\/em>.\u201d<\/p>\n<p>De palco em palco, \u00e9 pouco o tempo de descanso, \u201c<em><strong>ainda h\u00e1 pouco tempo pensava nisso\u2026 eu n\u00e3o tenho nenhum ou quase nenhuns hobbies, porque realmente a nossa vida \u00e9 uma azafama e passamos muito tempo fora do palco a ensaiar, a preparar repert\u00f3rio, a gravar em est\u00fadio e \u00e0s vezes quando conseguimos a dormir,um bocadinho e claro que \u00e9 muito complicado para mim neste momento e no est\u00e1gio de carreira em que estou ter tempo para fazer outras coisas\u201d mas \u201co pouco tempo que tenho livre, gosto muito de jantar fora e de me juntar com os amigos, normalmente a tocar e cantar tamb\u00e9m num registo informal. E na verdade o meu tempo livre \u00e9 ocupado a comer, a estar com as pessoas de quem gosto<\/strong><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Bruno Chaveiro \u00e9 um bom contador de hist\u00f3rias e quando convidado a revelar o mais embara\u00e7o tido em palco recuou aos tempos do \u2018Bota Alta\u2019 em \u00c9vora, pois \u201ct<em><strong>oc\u00e1vamos nuns bancos baixinhos e que n\u00e3o tinha encosto e quem me conhece sabe que me mexo muito a tocar e recordo-me de estar a tocar de olhos fechados e quando abri os olhos estava de costas para o publico e virado para a parede<\/strong><\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Sendo jovem, assume que \u201c<em><strong>at\u00e9 h\u00e1 bem pouco tempo tinha uma rela\u00e7\u00e3o muito desligada das redes sociais, simplesmente por falta de interesse e se calhar at\u00e9 h\u00e1 bem pouco tempo nunca precisei das redes sociais para trabalhar. Agora claro, pensando a ter uma carreira a solo e a promover o meu trabalho \u00e9 claro que come\u00e7o a pensar nisso, pois \u00e9 um meio de comunica\u00e7\u00e3o important\u00edssimo<\/strong><\/em>\u201d, mas \u201c<em><strong>nunca \u00e9 demais sensibilizar as pessoas para irem aos concertos, comprem discos, n\u00e3o enquanto artista no sentido comercial, mas no sentido da experi\u00eancia que \u00e9 ouvir um disco, \u00e9 completamente diferente abrir o disco, abrir o booklet e saber como foi feito e o que ali est\u00e1 empregue e claro ir aos concertos, porque nada como ir ao concerto e apreciar a m\u00fasica e simplesmente fechar os olhos e desfrutar do espect\u00e1culo<\/strong><\/em>\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; \u2018Desatino\u2019 \u00e9 o nome do primeiro disco de Bruno Chaveiro, m\u00fasico portugu\u00eas nascido na Sui\u00e7a, mas que cedo veio para o Alentejo, Montemor especificamente. 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