{"id":55909,"date":"2019-05-01T00:00:56","date_gmt":"2019-04-30T23:00:56","guid":{"rendered":"https:\/\/infocul.pt\/?p=55909"},"modified":"2019-04-29T09:13:30","modified_gmt":"2019-04-29T08:13:30","slug":"syro-tudo-so-tem-a-relevancia-que-nos-lhe-dermos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infocul.pt\/arquivo\/cultura\/syro-tudo-so-tem-a-relevancia-que-nos-lhe-dermos\/","title":{"rendered":"SYRO: &#8220;Tudo s\u00f3 tem a relev\u00e2ncia que n\u00f3s lhe dermos&#8221;"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-55912 size-full lazyload\" data-src=\"https:\/\/infocul.pt\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/syro.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" data-srcset=\"https:\/\/infocul.pt\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/syro.jpg 750w, https:\/\/infocul.pt\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/syro-300x200.jpg 300w\" data-sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 750px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 750\/500;\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>SYRO \u00e9 o nome art\u00edstico de Diogo Lopes e um dos nomes a quem se augura longa e f\u00e9rtil vida na m\u00fasica portuguesa. O m\u00fasico, autor e compositor concedeu entrevista ao Infocul na qual se d\u00e1 a conhecer.<!--more--><\/p>\n<p>Da inf\u00e2ncia na qual criou liga\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00fasica de Phil Collins at\u00e9 ao seu percurso art\u00edstico no qual co-fundou os Caelum e participou em outros projectos at\u00e9 chegar agora ao seu projecto a solo a que deu nome de SYRO, tudo \u00e9 passado em revista numa entrevista na qual ressalta a maturidade invulgar para a tenra idade. Sabia que SYRO escreveu um livro e 140 p\u00e1ginas aos 11 anos? Esta e mais revela\u00e7\u00f5es para ler nesta entrevista.<\/p>\n<p>O m\u00fasico revela ainda um cuidado que tem sempre antes de subir a palco. Uma entrevista para ler com aten\u00e7\u00e3o, a um os m\u00fasicos que marcar\u00e1 a m\u00fasica portuguesa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Quando nasce o gosto pela m\u00fasica?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Eu e a m\u00fasica sempre tivemos uma rela\u00e7\u00e3o harmoniosa e sin\u00e9rgica. Existem v\u00eddeos meus nos meus tenros 2\/3 anos de idade a dan\u00e7ar, cantarolar e a bater em tudo o que pela vista me passasse, ao som de qualquer coisa. Mas lembro-me de ser ainda crian\u00e7a e o meu pai me oferecer o seu walkman de quando era mais novo. Com ele veio uma s\u00f3 cassete, que inclu\u00eda apenas um tema: \u201cIn The Air Tonight\u201d, do m\u00edtico baterista e cantor Phil Collins. Devorei essa cassete durante horas, dias e meses seguidos, despertando o meu interesse para tudo o resto que o meu pai me decidisse alimentar musicalmente. Anos mais tarde, quando tinha eu os meus 11\/12 anos, levou-me a ver o concerto dos The Musical Box, banda tributo oficial aos Genesis. E foi ao ver a personifica\u00e7\u00e3o do meu j\u00e1 \u00eddolo e refer\u00eancia musical Phil Collins na bateria que tudo mudou: decidi come\u00e7ar a aprender o instrumento, estudar m\u00fasica e tudo o resto que culminou no dia de hoje.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>O que ouvia em mi\u00fado?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Restringir-me a um s\u00f3 g\u00e9nero musical nunca fez parte de mim. Sempre procurei e consumi um pouco de tudo. Em crian\u00e7a consumi todo o Pop que naquela altura era trendy, como Avril Lavigne, Backstreet Boys, Blue; depois, para al\u00e9m de tudo o que em casa me davam a ouvir, tive a minha fase punk-rock\/pop-punk onde consumi bastante Blink-182, Linkin Park ou Thirty Seconds to Mars; tive tamb\u00e9m a minha fase metaleira\/emo, onde gostava muito de bandas de metalcore como August Burns Red, As I Lay Dying e passei grande parte da minha adolesc\u00eancia em salas de m\u00fasica underground. A certo momento decidi investir em mim e na minha educa\u00e7\u00e3o como instrumentista (na bateria) e comecei a estudar jazz. Frequentei diversas escolas de m\u00fasica, workshops e masterclasses e, consequentemente, a parte erudita do meu gosto musical tamb\u00e9m se refinou com o passar dos tempos. Mais tarde acabei inclusive por me licenciar em Jazz e M\u00fasica Moderna.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Os gostos musicais foram-se alterando ao longo do tempo?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Naturalmente, e como em tudo na vida, \u00e0 medida que vamos sendo expostos a novas realidades (neste caso, musicais), tamb\u00e9m n\u00f3s nos tornamos curiosos por descobrir alternativas. Consumi e consumo de tudo a n\u00edvel musical, mas n\u00e3o gosto de dizer que o que ouvia no passado l\u00e1 ficou &#8211; volta e meia ainda me sabe bem sentir a nostalgia e ouvir tudo aquilo que me fazia vibrar at\u00e9 ent\u00e3o.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>H\u00e1 algum g\u00e9nero musical que tenha mais dificuldade em ouvir? Qual?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>N\u00e3o me recordo de nenhum g\u00e9nero musical em particular que me seja mais dif\u00edcil de ouvir. Existem sim can\u00e7\u00f5es com as quais n\u00e3o me consigo conectar, mas n\u00e3o as coloco num s\u00f3 g\u00e9nero musical. Acima de tudo, e principalmente no panorama Pop em que \u00e9 dif\u00edcil divergir da t\u00edpica receita composicional, se sentir que o artista n\u00e3o me est\u00e1 a presentear com algo novo ou fresco, se n\u00e3o conseguir identificar o ADN que o distingue dos demais, ou se a plasticidade do conte\u00fado da can\u00e7\u00e3o for demasiado evidente, provavelmente o meu interesse em ouvir n\u00e3o ser\u00e1 o maior.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Como surge o livro de 140 p\u00e1ginas, escrito aos 11 anos, e o que retratava?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Desde novo que a minha imagina\u00e7\u00e3o se mostrou f\u00e9rtil e a minha predisposi\u00e7\u00e3o para criar grande. Sempre me mostrei f\u00e3 de livros e cinema e as obras que surgiram na minha inf\u00e2ncia, como Harry Potter, Senhor dos An\u00e9is ou Cr\u00f3nicas de Spiderwick, deram asas \u00e0 minha imagina\u00e7\u00e3o. Senti a necessidade de ter a minha pr\u00f3pria hist\u00f3ria de magia e fic\u00e7\u00e3o e, sem pretens\u00f5es, comecei a escrever. Criei enredos com espa\u00e7o para trolls, drag\u00f5es e criaturas m\u00e1gicas e arranjei nomes para 3 personagens principais que que me personificassem a mim e aos meus dois melhores amigos de inf\u00e2ncia: Alex (do meu segundo nome, Alexandre), Pete (do meu grande e de longa data amigo Pedro) e Xande (de Jos\u00e9 Alexandre, o meu primo direito). Lembro a excita\u00e7\u00e3o de saber que podia criar algo s\u00f3 meu, sem regras nem limites criativos. Hoje tenho a sorte de poder dizer que fa\u00e7o o mesmo mas em can\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Qual a liga\u00e7\u00e3o e import\u00e2ncia que Phil Collins tem no seu percurso?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>O Phil Collins foi e ainda \u00e9, sem d\u00favida, uma refer\u00eancia a n\u00edvel musical para mim. Um g\u00e9nio dos seus tempos e um instrumentista \u00fanico. Curiosamente trilho agora um percurso semelhante, da bateria para a voz.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Guitarra ou bateria?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Bateria.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><iframe title=\"SYRO - Deixa Passar\" width=\"500\" height=\"281\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hC27PZLmPBE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" data-load-mode=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quais os maiores desafios at\u00e9 agora?<\/p>\n<p><em><strong>A n\u00edvel pessoal e algo que provavelmente (quase) ningu\u00e9m sabe, n\u00e3o por esconder mas pela falta de relev\u00e2ncia, \u00e9 que aos 7 anos de idade me diagnosticaram com diabetes tipo 1, insulinodependente. N\u00e3o o considero propriamente um desafio at\u00e9 porque n\u00e3o conhe\u00e7o outra realidade desde tenra idade. \u00c9-me algo natural. Mas existe desde sempre a preocupa\u00e7\u00e3o extra antes de pisar um palco de garantir que a glic\u00e9mia me permite fazer um concerto de uma a duas horas sem interrup\u00e7\u00f5es ou percal\u00e7os.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>Todo o percurso inicial como baterista do meu ex-projecto Caelum tamb\u00e9m foi desafiante. Relembro um ver\u00e3o em que a nossa fome de concertos era gigante, ainda \u00e9ramos uma banda independente e a equipa t\u00e9cnica na estrada inexistente. Decidimos marcar o m\u00e1ximo de datas poss\u00edvel, a abrir o m\u00e1ximo de bandas de relev\u00e2ncia nacional poss\u00edvel, onde ou \u00edamos sem cachet ou com cachet m\u00edsero que nem sempre dava para as despesas, tudo isto com um s\u00f3 prop\u00f3sito: fazer chegar o nosso nome \u00e0 boca do povo e conquistar o p\u00fablico das bandas que abr\u00edamos para que nos seguissem tamb\u00e9m. Foram cerca de 40 datas num s\u00f3 ver\u00e3o, onde corremos o pa\u00eds de norte a sul e sa\u00edmos para Espanha, eu a conduzir o meu carro cheio at\u00e9 cima de material e o vocalista a conduzir o dele, nas mesmas condi\u00e7\u00f5es. O processo passava pelo meeting point matinal no nosso est\u00fadio, carregar todo o nosso backline, beber o Redbull de ritual e seguir viagem para o recinto numa qualquer cidade ou vila do pa\u00eds. Chegar, descarregar, montar tudo sem qualquer aux\u00edlio, muitas vezes sem grande tempo para soundcheck ou jantar, visto sermos banda de abertura na maioria dos casos, tocar, desmontar tudo novamente, carregar os carros e retornar ao est\u00fadio horas depois para descarregar o backline. S\u00f3 depois e j\u00e1 com o sol a nascer, muito perto da hora a que nos encontr\u00e1mos no dia anterior para a aventura, \u00e9 que consegu\u00edamos ir descansar. Relembro tamb\u00e9m que este foi o mesmo ver\u00e3o em que nos fech\u00e1mos em est\u00fadio durante um m\u00eas a gravar o nosso primeiro disco e l\u00e1 mor\u00e1mos nesse per\u00edodo. Folg\u00e1vamos apenas para poder ir tocar. Se me arrependo? Nada de nada e muito menos me queixo. Faz-me valorizar todo o meu trajeto at\u00e9 aos dias de hoje e voltava a fazer tudo novamente, por eles ou por mim como SYRO.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>Neste meu projeto atual, SYRO, algo que me desafia nos dias de hoje \u00e9 a escrita das minhas letras. Porque n\u00e3o quero mesmo cair na plasticidade ou falta de conte\u00fado l\u00edrica e, fazendo m\u00fasica Pop, esse \u00e9 um desafio a dobrar. Gosto de letras refinadas, mas \u00e9 desafiante faz\u00ea-lo atrav\u00e9s de palavras que todo o tipo de ouvinte, do mais atento ao mais distra\u00eddo, do mais instru\u00eddo ao mais leigo, consiga entender.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Para quem n\u00e3o o conhece, como descreve e resume o seu percurso?<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>Comecei como baterista; co-fundei os Caelum; comecei a sentir necessidade do meu pr\u00f3prio espa\u00e7o de express\u00e3o; assumi o microfone e criei o SYRO. At\u00e9 \u00e0 data tenho 2 singles dispon\u00edveis, \u201cDeixa Passar\u201d e \u201cE Agora\u201d e estou de momento a fechar o meu primeiro \u00e1lbum.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>SYRO \u00e9 o nome art\u00edstico. O que significa e como surgiu?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>SYRO \u00e9 uma esp\u00e9cie de camisola que o Diogo veste para se poder apresentar a si e \u00e0s suas can\u00e7\u00f5es. \u00c9 a assinatura por baixo das mensagens que quero passar. Era tamb\u00e9m o nome do meu c\u00e3o, que em vez de SYRO se escrevia Cyro, e que decidi adoptar pela necessidade de um nome art\u00edstico.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u2018Deixa Passar\u2019. O que significa este tema e qual a mensagem?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>O \u201cDeixa Passar\u201d \u00e9 uma esp\u00e9cie de di\u00e1rio pessoal que tornei p\u00fablico e que remonta a um per\u00edodo em que me vi submerso em alguns problemas e constrangimentos. \u00c9 a consciencializa\u00e7\u00e3o de que tudo s\u00f3 tem a relev\u00e2ncia que n\u00f3s lhe dermos e que, por muito dif\u00edcil que nos seja ver a luz ao fundo do t\u00fanel, eventualmente tudo passa e ganha a sua leveza natural com o passar do tempo.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Est\u00e1 a preparar o disco. O que j\u00e1 pode e quer revelar?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>\u00c9 verdade, estou neste momento em est\u00fadio a acabar a composi\u00e7\u00e3o e escrita do meu primeiro \u00e1lbum. N\u00e3o me sinto for\u00e7ado com timings de release, visto ser a minha primeira obra de longa dura\u00e7\u00e3o. Quero realmente que saia \u00e0 minha imagem, mas talvez haja novidades acerca deste assunto para os finais de 2019. Sem promessas. No entanto, e se forem muito ansiosos, passem pelos meus concertos &#8211; felizmente j\u00e1 tenho algumas datas marcadas para este ano (a divulgar nas redes sociais assim que poss\u00edvel) e um concerto n\u00e3o se faz apenas de 2 singles. Portanto quem sabe se n\u00e3o conseguem ouvir qualquer coisa em primeira m\u00e3o.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Em termos de redes sociais, onde pode o p\u00fablico interagir consigo?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>No Instagram encontram-me atrav\u00e9s do nickname @syromusic. No YouTube a mesma coisa. Nas\u00a0restantes redes sociais basta pesquisarem por SYRO e facilmente me encontram. Tenho por norma ler tudo o que me escrevem, em coment\u00e1rios ou mensagens directas, portanto n\u00e3o se acanhem. Interajam comigo!<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Dedica muito tempo \u00e0s redes sociais?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Bastante. \u00c0s vezes mais do que queria, na verdade. Mas \u00e9 ineg\u00e1vel que vivemos na era digital e que estas s\u00e3o ferramentas poderos\u00edssimas e propulsionadoras do nosso trabalho, portanto j\u00e1 encaro como mais um \u201cmust do\u201d da minha profiss\u00e3o.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>Costuma receber piropos?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Da mais nova \u00e0 pessoa de mais idade, mas mais nas redes sociais.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Qual a mensagem mais peculiar que recebeu?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Sem querer mencionar nenhuma mensagem em particular, admito que fico ligeiramente chocado com algumas das coisas que recebo. Felizmente e pelo feedback que tenho vindo a receber, a minha m\u00fasica consegue abranger desde um p\u00fablico mais novo na sua pr\u00e9-adolesc\u00eancia at\u00e9 aos maduros 50\u2019s. E como tal recebo mensagens de todo este leque de faixas et\u00e1rias. J\u00e1 recebi mensagens com palavras que n\u00e3o sabia fazerem parte do dicion\u00e1rio de meninas\/os de 13\/14 anos, como tamb\u00e9m recebo com alguma frequ\u00eancia tentativas de ass\u00e9dio de pessoas com a idade da minha m\u00e3e. Eu tento responder a tudo o que me chega, porque fa\u00e7o quest\u00e3o de manter contacto directo com quem admira o que fa\u00e7o, mas por vezes a melhor solu\u00e7\u00e3o \u00e9 mesmo deixar sem resposta. Por respeito.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"SYRO - E Agora\" width=\"500\" height=\"281\" data-src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/n3wK0CuxSfM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" data-load-mode=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Quais os objectivos que tem para a sua carreira?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Acima de tudo fazer com que o meu trabalho chegue ao m\u00e1ximo de pessoas poss\u00edvel, que estas se identifiquem com o que tenho para dizer e conquistar um lugar respeit\u00e1vel nesta ind\u00fastria musical, pela diferen\u00e7a.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em>\u00c9 poss\u00edvel definir a sua m\u00fasica? Como a descreve?<\/em><\/p>\n<p><em><strong>Frontal e sem receio de tocar em feridas, muitas vezes as minhas feridas. A n\u00edvel de produ\u00e7\u00e3o procuro sempre a sinergia perfeita entre sons org\u00e2nicos e ac\u00fasticos, muitas vezes atrav\u00e9s do sampling, e as op\u00e7\u00f5es fresh que o digital tem para nos oferecer. A n\u00edvel conceptual, costumo dizer que os artistas\/autores\/criadores t\u00eam o dever de colocar honestidade no que fazem, porque esta \u00e9, a meu ver, a maneira mais v\u00e1lida de conquistar a empatia de quem consome e aprecia. E \u00e9 nesse sentido que costumo orientar a minha l\u00edrica.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Qual a mensagem que deixa aos leitores do Infocul?<\/em><\/p>\n<p><strong><em>Se ainda n\u00e3o tiveram oportunidade de ouvir o meu trabalho, Give it a try. Let me know what you think. Encontrem-me nas redes sociais se quiserem saber mais sobre mim, o meu dia-a-dia, a minha m\u00fasica e onde me encontrar em futuros concertos. Se j\u00e1 conhecem e s\u00e3o um dos que me suportam desde o in\u00edcio, muito obrigado. S\u00e3o voc\u00eas que me d\u00e3o a oportunidade e vontade de continuar a fazer o que fa\u00e7o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Texto e Entrevista: Rui Lavrador<br \/>\nFotografia: D.R.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; SYRO \u00e9 o nome art\u00edstico de Diogo Lopes e um dos nomes a quem se augura longa e f\u00e9rtil vida na m\u00fasica portuguesa. 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