{"id":60691,"date":"2019-10-05T15:06:00","date_gmt":"2019-10-05T14:06:00","guid":{"rendered":"https:\/\/infocul.pt\/?p=60691"},"modified":"2019-10-06T10:11:01","modified_gmt":"2019-10-06T09:11:01","slug":"o-psiquiatra-identidade-social","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infocul.pt\/arquivo\/destaque\/o-psiquiatra-identidade-social\/","title":{"rendered":"O Psiquiatra: Identidade Social"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-59561 size-full lazyload\" data-src=\"https:\/\/infocul.pt\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/O-Psiquiatra1.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"445\" data-srcset=\"https:\/\/infocul.pt\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/O-Psiquiatra1.jpg 800w, https:\/\/infocul.pt\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/O-Psiquiatra1-300x167.jpg 300w, https:\/\/infocul.pt\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/O-Psiquiatra1-768x427.jpg 768w\" data-sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" style=\"--smush-placeholder-width: 800px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 800\/445;\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se atentarmos \u00e0 historicidade, o ser humano sempre manifestou interesse na interpreta\u00e7\u00e3o de si pr\u00f3prio!<!--more--><\/p>\n<p>O conceito de \u201cSi\u201d \u00e9 e sempre foi uma linha de aten\u00e7\u00e3o primordial para fil\u00f3sofos (S\u00f3crates, Plat\u00e3o, Arist\u00f3teles e Kant), religiosos (Santo Agostinho e S\u00e3o Tom\u00e1s de Aquino), pensadores, pol\u00edticos e, mais recentemente na hist\u00f3ria do pensamento, para os psic\u00f3logos (John Locke, David Hume e John Stuart Mill).<\/p>\n<p>Com algumas diferen\u00e7as, estes fil\u00f3sofos e crist\u00e3os igualaram o self ao \u201csi mesmo\u201d e ao \u201cesp\u00edrito\u201d. N\u00e3o obstante, o conceito de \u201cself\u201d surge apenas com as correntes do pensamento filos\u00f3fico e psicol\u00f3gico do s\u00e9culo XVII, com Descartes.<\/p>\n<p>Em 1890, William James define o \u201cself\u201d como a soma de tudo o que a pessoa pode chamar de seu (N\u00e3o apenas corpo e mente, mas as suas roupas, casa, esposa, filhos, antepassados e amigos, reputa\u00e7\u00e3o, trabalho, terras, entre outras coisas) e deve ser observado atrav\u00e9s dos seus constituintes, dos sentimentos que estes despertam \u2014 self-feelings \u2014 e das ac\u00e7\u00f5es que eles originam \u2014 auto-preserva\u00e7\u00e3o, ou seja, o Auto-conceito. Este reflecte o sentido individual de valor pessoal, os sentimentos de adequa\u00e7\u00e3o enquanto pessoa e a auto-avalia\u00e7\u00e3o da personalidade. \u201c<i><b>\u00c9 o entendimento que uma pessoa tem de si mesma, baseada na experi\u00eancia passada, nos dados presentes e nas expecctativas futuras.<\/b><\/i>\u201d (Carl Rogers ).<\/p>\n<p>Definido assim como a percep\u00e7\u00e3o que o sujeito tem de si mesmo, sob v\u00e1rios pontos de vista, quer pessoais, quer sociais, quer espirituais ou morais, o auto-conceito depende na sua forma\u00e7\u00e3o das avalia\u00e7\u00f5es feitas pelos outros, da compara\u00e7\u00e3o do comportamento do indiv\u00edduo com as normas dos grupos de refer\u00eancia, das atribui\u00e7\u00f5es pessoais feitas ao comportamento observ\u00e1vel e, ainda, de outras influ\u00eancias socio-culturais (Bruges, 2006). O auto-conceito est\u00e1, desta forma, intimamente associado \u00e0 forma\u00e7\u00e3o da identidade \u2013 \u201c(\u2026) <b>usado para se referir \u00e0 consci\u00eancia que cada sujeito tem de existir como algo separado de outras entidades e objectos, implicando o conhecimento sobre si pr\u00f3prio e a capacidade de reflectir sobre esse conhecimento, que se combinam para criar o sentido de identidade .<\/b>\u201d (Aronson, Wilson &amp;Akert, 2005).<\/p>\n<p>Sendo assim, a identidade do ser humano poderia ser comparada ao moldar de um pequeno peda\u00e7o de barro pelas m\u00e3os do oleiro, na sua aprendizagem social \u2013 os valores culturalmente determinados, os papeis sociais representados (expectativas ou padr\u00f5es de comportamento aceites pela fam\u00edlia, comunidade e cultura) e a adapta\u00e7\u00e3o desses valores \u00e0s exig\u00eancias do papel social na temporalidade em que se desenrolam (\u00e9poca). Em que a \u00e9tica do indiv\u00edduo (o seu comportamento ou agir) depende assim da identidade que o sujeito assume.<\/p>\n<p>Essa moldagem da auto-percep\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo, como sentimento de uniformidade de ser ele mesmo perante uma sociedade, \u00e9 feita pelo reconhecimento dos pares, das pessoas significativas e da consist\u00eancia dessa percep\u00e7\u00e3o, por parte das mesmas, levando o indiv\u00edduo a inibir ou desenvolver determinados comportamentos ou emo\u00e7\u00f5es que surgem em diferentes contextos, no seu ambiente pr\u00f3prio. \u201c<i><b>E a moldagem \u00e9 feita a quente<\/b><\/i>\u201d (Vaz Serra, 1986) &#8211; despertando emo\u00e7\u00f5es positivas nos comportamentos que gratificam e emo\u00e7\u00f5es negativas, nos comportamentos que punem.<\/p>\n<p>As identidades do indiv\u00edduo s\u00e3o, desta forma, temporais e formadas face \u00e0 sociedade de cada \u00e9poca, que valoriza ou n\u00e3o as mesmas quando estas est\u00e3o ou n\u00e3o desenquadradas da sociedade. Sendo uma aprendizagem social, as identidades s\u00e3o uma express\u00e3o cultural do ser e segundo Potter (1997), o seu comportamento \u00e9 baseado nos padr\u00f5es estabelecidos pela socializa\u00e7\u00e3o na medida em que os pap\u00e9is sociais s\u00e3o normativos e dependem do valor cultural que lhes s\u00e3o dados, motivando o agir do sujeito para o social.<\/p>\n<p>A identidade compreende assim, o sentido interno da individualidade, totalidade e consist\u00eancia de uma pessoa ao longo do tempo, incluindo a const\u00e2ncia e a continuidade, implicando ser distinto e separado de outros, sendo ainda um eu total e \u00fanico. Este sentido de identidade coerente e consistente, evolui progressivamente e \u00e9 influenciado pelas circunst\u00e2ncias da vida.<\/p>\n<p>O auto-conceito depende, assim, do valor que a sociedade lhe atribui consoante a \u00e9poca, variando consoante o meio socio-cultural ou subcultura deste. O sujeito adquire princ\u00edpios de auto-seguran\u00e7a em certas fases da vida atrav\u00e9s de modelos significativos, mas tende a estabilizar com o tempo, procurando descobrir quem realmente \u00e9.<\/p>\n<p>Nesta linha de pensamento, percebe-se o construto da identidade concomitantemente como individualidade e como globalidade, falando-se assim de um auto-conceito social, dimens\u00e3o do auto-conceito global, e do seu construto identit\u00e1rio singular e colectivo, em que o indiv\u00edduo \u00e9 auto-percepcionado em rela\u00e7\u00e3o aos outros, pelo sue sentido de adequa\u00e7\u00e3o pessoal e de m\u00e9rito interacional \u2013 o outro eu! A identidade social do indiv\u00edduo n\u00e3o \u00e9 apenas est\u00e1tica e pessoal, mas um construto din\u00e2mico em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sociedade dos seus pares. \u00c9 o sentido de perten\u00e7a, de enquadramento num grupo que partilha caracter\u00edsticas, desejos e objectivos semelhantes. Assim, o contributo social \u00e9 uma das formas pela qual muitas pessoas d\u00e3o sentido \u00e0 sua raz\u00e3o de viver, influindo directamente sobre a maturidade emocional das mesmas (Altschul, 1977), uma vez que o sentido de perten\u00e7a n\u00e3o est\u00e1 desligado da componente afectiva: identidade Social \u00e9 \u201c<i><b>t<\/b><\/i><b>hat part of individual self-concept which derives from his knowledge of his membership in a social group together with the value and emotional significance attached to that membership.<\/b>\u201d(Tajfel, 1978, p.63).<\/p>\n<p>A maturidade social compreende o modo como nos interligamos com os diferentes c\u00edrculos sociais com os quais interagimos, quer sejam fam\u00edlia chegada, amigos \u00edntimos ou simplesmente conhecidos, por essa ordem, podendo ser avaliada pelo n\u00edvel de interesse expresso pelos membros dos diferentes c\u00edrculos, cada vez mais distantes do nosso campo social \u00edntimo e que se manifesta normalmente crescente.<\/p>\n<p>O auto-conceito social atenta assim \u00e0 nossa honra, aos nossos amigos, aos la\u00e7os humanos, e a tudo o que diz respeito \u00e0 pessoa, ou seja, \u00e9 o reconhecimento ou percep\u00e7\u00e3o do sujeito pelos amigos ou pessoas significantes, a que Sullivant (cit. in Bruges, 2006, p. 72) designou de \u201cs<i><b>ignificant others<\/b><\/i>\u201d.<\/p>\n<p>Em sinopse, o conceito de identidade social remete-nos para a conjuga\u00e7\u00e3o do auto-conceito pessoal e social, integrando caracter\u00edsticas do car\u00e1cter individual e de um determinado grupo social com o qual o indiv\u00edduo se relaciona e se insere. Esses diferentes contextos em que o indiv\u00edduo est\u00e1 inserido promovem as interac\u00e7\u00f5es que moldam a sua identidade, conduzindo \u00e0 reflex\u00e3o de que a identidade social n\u00e3o seria uma, mas um conjunto de identidades, uma vez que resulta ou resultam das rela\u00e7\u00f5es sociais do individuo em concretos contextos de viv\u00eancia.<\/p>\n<p>Assim, o entendimento da identidade social seria o conjunto dos significados que definem um indiv\u00edduo enquanto desempenha um papel em particular numa sociedade &#8211; profissional, irm\u00e3o, pai, marido, artista &#8211; possuindo m\u00faltiplas identidades por pertencerem a m\u00faltiplos lugares, desempenharem diferentes pap\u00e9is e sendo caracteristicamente complexos.<\/p>\n<p>As caracter\u00edsticas pr\u00f3prias do indiv\u00edduo s\u00e3o assim, um complexo formado pelas influ\u00eancias da sociedade e pelas suas escolhas individuais, em que simultaneamente essa mesma sociedade n\u00e3o \u00e9 uma constru\u00e7\u00e3o abstracta incaus\u00e1vel, mas sim fruto do conjunto de ac\u00e7\u00f5es do indiv\u00edduo sobre ela. Indiv\u00edduo e sociedade, percepcionam-se como mutuamente influenci\u00e1veis, e \u201c<b>a pessoa com um s\u00f3lido sentido de identidade, sentir-se-\u00e1 integrada em vez de fragmentada<\/b>\u201d (Eriksson, cit. in Potter, 1997).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Podem enviar as perguntas sobre este tema. Ser\u00e3o seleccionadas aleatoriamente e respondidas, aqui no Infocul, a 20 de Outubro. Poder\u00e1 deixar as suas perguntas na caixa de coment\u00e1rios ou enviar para geral.infocul@gmail.com com o t\u00edtulo \u2018O Psiquiatra\u2019.<\/strong><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Se atentarmos \u00e0 historicidade, o ser humano sempre manifestou interesse na interpreta\u00e7\u00e3o de si pr\u00f3prio!<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":59561,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10,36,4121,15],"tags":[7661,7662],"class_list":["post-60691","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-actualidade","category-destaque","category-opiniao","category-social-e-lifestyle","tag-o-psiquiatra","tag-rogerio-vieira"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O Psiquiatra: Identidade Social | Infocul.pt - 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