Betty Grafstein: Adeus Portugal, Olá Nova Iorque, durante o dia de ontem, em que teve alta hospitalar em Cascais.
Recorde-se que Betty Grafstein esteve internada mais de um mês no Hospital CUF Cascais devido a uma queda, alegadamente provocada pelo marido, José Castelo Branco.
Ontem de manhã, o comentador António Carvalho revelou no Instagram que a joalheira norte-americana já teve alta e está de regresso aos EUA.
Assim, disse que foi vista no aeroporto com o filho, Roger Basile.
Na CMTV, Duarte Siopa contou o que sabia: “Foi tudo muito bem pensado, não saiu nada cá para fora, ninguém sabia que a Betty iria hoje apanhar o avião até porque ontem houve amigos nossos que estiveram no hospital, amigos permitidos. Ontem era 18h30 e ainda estava na CUF”.
“Estiveram lá alguns amigos, entre eles Abel Dias, e estava muito bem-disposta, já há muito tempo que não viam a Betty assim. A Betty anda com andarilho, já começou a andar. Estava a fazer fisioterapia, que agora vai continuar nos Estados Unidos, mexia bem os braços, ainda cantou. Mas nada fazia prever que ela saísse hoje para o aeroporto”, acrescentou o apresentador e comentador.
Betty Grafstein: As palavras de Roger Basile
Roger Basile esteve à conversa com a jornalista Conceição Queiroz.
Tratam-se das primeiras declarações do filho de Betty Grafstein, após todo este processo de alegada violência doméstica, que a sua mãe sofreu por parte de José Castelo Branco.
Essas declarações foram divulgadas no programa “TVI Em Cima da Hora”, esta terça-feira.
“Foi há duas semanas que falei com o médico e ele disse que era muito grave. Quando ele disse que era muito grave, vim de imediato. A minha mãe está um pouco melhor. Estou confiante de que posso voltar para Nova Iorque e, se tiver de voltar noutra altura para a levar para casa, farei isso. Mas estou confiante de que posso voltar para fazer umas coisas em Nova Iorque e, depois, voltar”, disse.
Roger Basile foi ouvido pelas autoridades devido às suspeitas de violência doméstica que recaem sobre José Castelo Branco, o marido da mãe: “Sim, falei com a polícia e disse-lhes tudo o que queriam saber. Respondi às perguntas e ficaram satisfeitos com aquilo que eu disse”.
“Sinto-me bem por haver alguém aqui, na polícia, que sabe de tudo. Quando isto aconteceu inicialmente, há 25 ou 27 anos, quando ele lhe bateu, a minha mãe foi à polícia com uma pessoa amiga. Acho que lhe tiraram fotografias e, depois, ela foi-se embora. Mas a polícia nunca foi lá a casa nesse dia”, assinalou.
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