Big Brother: Catarina Siqueira recorda dia da morte do pai, “aquele exercício leva-me para uma câmara frigorífica duma capela mortuária”

Big Brother: Catarina Siqueira recorda dia da morte do pai, "aquele exercício leva-me para uma câmara frigorífica duma capela mortuária"

Big Brother: Catarina Siqueira recorda dia da morte do pai, “aquele exercício leva-me para uma câmara frigorífica duma capela mortuária”, disse sobre uma coincidência desse dia.

Catarina Siqueira concedeu uma emotiva entrevista a Ana Rita Clara antes de entrar no “Big Brother Desafio Final”.

Sobre a morte do pai, referiu: “Não lhe disse tudo o que tinha a dizer. E, agora, nem me ‘comunico’ com ele. Estou bem, estou tranquila. Aliás, foram-me apontados vários dedos por causa disso. As pessoas questionavam como é que tinha sido capaz de vir trabalhar, no dia em que soube que o meu pai morreu. Como é que sou capaz de ter um sorriso na cara, três dias depois de o meu pai ter morrido. Mas, sim, sou capaz. E, se calhar, até me orgulho disso. Cada um tem o direito de escolher a forma como leva a sua vida”.

Ter perdido o meu pai foi, de certa forma, uma coisa tranquila, porque ele não estava bem. E eu cada vez mais acredito que as coisas têm um propósito. Mas, apesar de ele estar doente, não estava à espera que tivesse sido tão rápido. E que tivesse sido naquele dia“, acrescentou.

Nesse dia, aconteceu algo estranho: “Estava no último dia de um workshop de jogos de escuta que te levam para exercícios de improviso e, de repente, dou por mim e aquele exercício leva-me para uma câmara frigorífica duma capela mortuária. E isto é mórbido, não é? Acabei o exercício, estava muito angustiada e, depois, vou ao telefone e recebo a notícia de que o meu pai tinha falecido“, contou Catarina Siqueira.

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