Big Brother: Leokádia recorda sofrimento, “já não tenho muitas lágrimas para chorar”, disse ontem na Curva da Vida.
Ontem, Leokádia Pombo emocionou os colegas da casa e os espectadores com a sua história de vida.
Assim, recordou tempos difíceis da infância, Leokádia falou dos momentos em que a fome era presença constante em casa.
“Por vezes não havia nada para comer e foi bem difícil. Chegamos a não ter nada para comer em casa“, disse.
“Tem um animal que se chama ratazana, é um animal que é fácil de se arranjar na minha cidade, não gostava mais comia”, acrescentou.
Sobre o x-companheiro, falou desde o momento em que engravidou até às agressões físicas que sofreu: “Tinha muito medo… Havia dias em que eu fingia estar a dormir para não ver que ele chegou, mas mesmo assim ele acordava-me. Chorei tanto na minha vida que já não tenho muitas lágrimas para chorar.“
Destacou a festa de anos do filho Jannick e as últimas palavras trocadas entre pai e filho.
“Eu peguei o Jannick no colo, numa fatia de bolo e sai com o Jannick para fora do restaurante. O Jannick abraçou o pai, deu-lhe o bolo, ele disse ‘Parabéns meu filho’, e foi a última vez que vi o pai do meu filho”, contou.
Seguidamente, relembrou quando decidiu ir à procura da família do companheiro.
“Correu muito mal”, confessou.
Com o filho no colo, o sogro respondeu: “Esta criança filha de uma negra não é meu neto. O pai do meu filho chegou e revoltou-se comigo, começou a consumir drogas, a beber muito e começou a agredir-me fisicamente.”
Um dos momentos mais intensos da gala do Big Brother: Leokádia recorda sofrimento, “já não tenho muitas lágrimas para chorar”.




