Segunda-feira, Agosto 2, 2021

Bruno Nogueira: “É um híbrido entre realidade e ficção”, disse sobre novo programa da SIC

‘Princípio, Meio e Fim’ é o novo programa de Bruno Nogueira na SIC, com estreia marcada para 11 de Abril.


Bruno Nogueira, Nuno Markl, Nuno Lopes, Salvador Martinha e Filipe Melo, ‘personagens’ de ‘Princípio, Meio e Fim‘, conversaram com a imprensa, bem como Daniel Oliveira, Jessica Athayde e também elementos da produção.

Bruno agradeceu a liberdade criativa dada por Daniel Oliveira.

Foi ainda revelado que o programa contará com seis episódios, com duração de 45 minutos, e será transmitindo aos fins-de-semana, em late night.

O programa nasce de uma coisa que sempre me fascinou e que há pouco espaço para isso na televisão que é a questão do erro e do falhanço. De quando se erra, a tentativa de resolver. É muito mais interessante quando se erra, a vertigem que isso provoca a quem está a ver”, disse Bruno Nogueira.

Temos duas horas para escrever um episódio que será representado na segunda parte do programa… Quando se tem um programa normal, se há um erro no argumento ou uma gralha, é corrigido”, acrescentou.

Neste caso, se viesse algo em maiúsculas tinha de se gritar, uma palavra mal escrita tinha de se dizer assim, se se escrevesse mal o sítio, o ator tinha de ir para um sítio inventado. A ideia era aceitar o erro e não corrigi-lo. Os atores teriam de resolvê-lo da melhor forma possível”, explicou.

Todas as semanas as pessoas juntam-se para jantar sem o passado da semana anterior. Se alguém levar um tiro numa semana, na semana a seguir não há nada que se relacione com esse problema”, frisou.

É um híbrido entre realidade e ficção. A parte da criatividade é realidade, é ter um tempo para criar um guião e aí não estamos a fazer personagens nem é ficção e a última parte é a ficção pura onde não entra a realidade. É a execução do guião”, revelou sobre o programa.

Criámos primeiro cinco personagens que achámos que iriam ao encontro da nossa ideia, que seria bom para criar conflito nesse jantar. Depois de pensar nas personagens, pensámos em quem as podia fazer”, explicou.

Não me parece que a linguagem que se usa no programa seja a linguagem mais tradicional, mas também não me parece que seja o extremo do que acontecia no Bicho”, comparou, com o programa online levado a cabo durante a pandemia.

É um compromisso daquilo que me parece que é fiel e honesto para as duas partes, para nenhuma das duas partes perder a identidade. Nem a SIC ao fazer um programa que não tivesse nada a ver com eles, que não faria sentido, nem eu estar a fazer algo que não tivesse nada a ver comigo”, acrescentou.

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