
Catarina Furtado mostra apoio à comunidade cigana, no programa Príncipes do Nada, ontem, na RTP1.
Catarina Furtado deu a conhecer vários cidadãos de etnia cigana que “são a prova de que os ciganos não são todos iguais”.
“Fui educada a não discriminar. Fui educada a fazer diariamente o exercício de me colocar na situação de vida de outras pessoas, com características diferentes, enquadramentos diferentes para as entender, sem paternalismos, sem tolerância, mas sim com a palavra de ordem de uma sociedade saudável: RESPEITO“, começou por escrever na rede social Instagram.
“No episódio de ‘Príncipes do Nada’ de hoje [segunda-feira], na RTP, dou a conhecer a Vanessa, Totó, Marisol… e tantos outros que são a prova de que os ciganos não são todos iguais“, explicou.
“Através do trabalho da associação Beira Serra conversei com crianças, jovens, adultos, meninas, meninos, mulheres e homens ciganos que dão voz à mudança de mentalidades. Pessoas que vivem no Fundão, Covilhã e em Belmonte”, continuou.
“Vanessa Lopes, que está a estudar para se transformar na primeira mulher jornalista cigana e que, na Rádio Cova da Beira, tem uma rubrica, ‘Mitos ou Verdades’, ajuda a desconstruir ideias feitas que perpetuam discriminações e atrasam a integração. Em tempos muito perigosos de populismos baratos, ideias preconcebidas enraizadas em terra de muita ignorância, acredito que este trabalho meu e da minha equipa pode ajudar a derrubar preconceitos!”, acrescentou.



