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Catarina Miranda continua a acusar Francisco Monteiro de instigar o ódio, mas quer beber café com ele

Catarina Miranda continua a acusar Francisco Monteiro de instigar o ódio, mas quer beber café com ele, segundo revelou hoje.

Desde que foi expulsa do Big Brother, Catarina Miranda tem acusado Francisco Monteiro de “instigação ao ódio”.

Nesse sentido, foi questionada sobre isso durante a conversa que teve esta quinta-feira com Manuel Luís Goucha, na TVI.

Goucha perguntou se a ex-concorrente gosta de ser odiada.

Não gosto. Ao contrário de muitas pessoas, não gosto que as pessoas não gostem de mim. É-me indiferente, mas claro que ninguém gosta que as pessoas não gostem delas. Mas, para mim, é-me indiferente”, disse Catarina Miranda.

Posteriormente, Goucha questionou se a fama que Catarina Miranda “está a ter não está a custar caro”.

Não, eu acho que isso é o que as pessoas queriam, era que me custasse caro”, disse Miranda.

Mas essas pessoas que não gostam de mim… foi um grupo de ódio que foi constituído enquanto eu estava dentro do programa, que se criou. Porque as pessoas que gostam de mim defendem-me nas redes sociais, não é que eu precise de defesa, mas elas sentem-se nesse direito e cada um é livre daquilo que quiser. Eu acho que tenho mais pessoas a gostar de mim do que as que não gostam de mim”, afirmou Catarina Miranda.

Já que fala em ódio, falou da instigação ao ódio perpetrada pelo próprio Francisco Monteiro. Contudo, quando se parte para um conflito, vai-se munido de armas e você não teve argumentos para esgrimir com o Francisco Monteiro quando ele lhe pede ‘dá-me exemplos de instigação ao ódio’”, lembrou Manuel Luís Goucha.

Eu não lhe posso dar exemplos, porque, para isso, eu tinha de ir tirar frases do programa todo, desde o primeiro dia. Mas eu mantenho. Porque eu agora já fui ver tudo. Portanto, eu mantenho, já fui ver tudo. Eu faço questão de ler tudo o que as pessoas dizem sobre mim, o que é que disseram”, explicou Catarina Miranda.

E eu não sou aquela pessoa que vejo na Internet ‘Francisco Monteiro falou isto de Catarina’ e parto logo do princípio que aquilo é verdade. Não, eu vou abrir e vou ouvir da boca dele o que ele disse, não fico pelo título. Acho que ninguém deveria ficar. Eu vou abrir e vou ver o que ele disse sobre mim e se é real”, assinalou Catarina Miranda.

E eu mantenho tudo aquilo que ele disse, porque, a partir do momento… eu tenho as minhas equipas, que são as equipas que foram criadas para votar em mim. Quando as minhas equipas usam o meu nome para apelar ao voto de concorrentes que lá estão para serem expulsos, apelar ao voto de concorrentes para salvar, apelar ao ódio, à humilhação, ou elas são automaticamente eliminadas e deixam de usar o meu nome, ou, então, o que eu faço é eu própria bloqueio essas pessoas e apelo para denunciarem essas páginas, porque eu não quero, porque o jogo, para mim, acabou”, referiu Catarina Miranda.

Portanto, os concorrentes que lá estão vão ter que fazer por eles próprios, como eu fiz sempre sozinha por mim própria. Nunca ninguém me ajudou a chegar ali. Eu fiz sozinha”, destacou.

Deixe-me também referir aqui uma coisa que disse na gala a que foi imediatamente após a sua expulsão que eu não entendi bem. Quando diz ao Francisco Monteiro ‘Sou eu e todos os portugueses que estamos a pagar para tu estares aqui’, estava a referir-se a quê? É porque, numa televisão privada, os portugueses não pagam coisa alguma. Na RTP, sim, pagamos”, disse Goucha.

Se nós não tivermos concorrentes que deem ao programa, concorrentes de valor, até que se identificam com ele… ele pode não se identificar comigo, mas eu identifico-me com ele. Ele tem um feitiozinho parecidíssimo com o meu, apesar de ele não o querer admitir”, respondeu Catarina Miranda.

Se não tivermos concorrentes como deve de ser, a estação, se calhar, não vai ter tanto orçamento, se calhar, para contratar. Aqueles comentadores, se calhar, vão ter de ficar um à parte, porque, se calhar, não há plafonds para lhes pagar e vamos ter de nos restringir ao Cláudio Ramos, que, como apresentador que é e o valor que tem, também o orçamento não deve ser muito curto, deve ser até bem grande”, comentou Catarina Miranda.

Portanto, acho que, quanto melhores os concorrentes, mais sucesso o programa tem, mais audiências. Consequentemente, o dinheiro. Não sou eu que vou pagar ao Francisco Monteiro, como é óbvio, não sou eu que vou, no final da semana, lhe passar o cheque”, clarificou ainda Catarina Miranda.

Adiante, Catarina Miranda voltou a falar de Francisco Monteiro e acerca da sua entrevista desta quinta-feira, no “Dois às 10”.

Disse a verdade. Nós falamos depois daquela gala, mas fui eu que fui ter com ele, fiz questão até de ir ter com ele, também fui ter com a Márcia. Porque eu percebi que ele ficou melindrado com o comentário que eu fiz que eu achava que ele era um fofinho, que ele era assim gordinho e era fofinho. E foi um comentário que não foi depreciativo”, disse Catarina Miranda.

Mas ele também deveria perceber que, no contexto em que eu estava de jogo e eu conheço a história dele, nunca pensei que ele ficasse melindrado. Falámos sobre isso os dois. Realmente, o que ele disse é verdade. Mas é importante dizer, ele perguntou-me se eu estava a jogar com ele e foi por aí que parou depois na Cristina”, realçou Catarina Miranda.

Eu disse que não estava a jogar com ele, o Francisco Monteiro, porque ele não é jogador, ele é comentador, porque, quando ele quiser jogar, vamos os dois para dentro da casa, jogamos os dois”, declarou Catarina Miranda.

Catarina Miranda afirmou que gostava de entrar num reality show com Francisco Monteiro: “Acho que vamos fazer uma dupla muito, muito engraçada”.

Eu disse que o comentário que eu fiz não foi, de todo, para o prejudicar e acho que ele percebeu, tanto que ele me disse: ‘Mas eu não gosto de mim assim’. E eu disse: ‘Ó Francisco, tudo bem! Mas eu gosto de ti assim’. Depois, falámos assim sobre inúmeras coisas”, relatou Catarina Miranda.

Nesse sentido, Catarina Miranda mostrou-se “disposta a ir beber um café com o Francisco Monteiro ou ir almoçar com ele”.

Acho que nos vamos dar muito bem e acho que é muito mau as nossas teams, as pessoas que torcem por nós realmente, as nossas equipas entram ali em confronto”, considerou.

Eu acho que podíamos até chegar os dois a um consenso porque eu sei que o Francisco é uma pessoa muito orgulhosa e eu também sou, mas eu não sou orgulhosa ao ponto de, se ele me ligar e dizer ‘olha, então, vamos marcar um jantar ou um almoço, vamos os dois falar’. E eu estou disposta a isso. Não vou ser eu a procurá-lo, porque eu já o fui procurar e correu muito bem, gostei muito de falar com ele. Adorava que ele me mandasse mensagem para nós os dois termos a nossa conversa, que acho que é isso que falta”, concluiu Catarina Miranda.

Assim, Catarina Miranda continua a acusar Francisco Monteiro de instigar o ódio, mas quer beber café com ele.

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