Cláudio Ramos emociona-se ao ver impressão do novo livro “O Amor não Morre”

Cláudio Ramos emociona-se ao ver impressão do novo livro “O Amor não Morre”, revelou nas redes sociais.

Apresentador revela bastidores da criação da obra

Antes de mais, Cláudio Ramos lançou no passado dia 3 de março o seu novo livro, “O Amor não morre”. A obra marca mais um momento na carreira literária do apresentador das manhãs da TVI.

Dias depois da estreia nas livrarias, o comunicador decidiu mostrar aos seguidores um momento pouco conhecido pelos leitores. Nas redes sociais, partilhou imagens do processo de impressão do livro.

Ao falar sobre essa visita, Cláudio Ramos admitiu que o momento foi carregado de emoções.

“Depois de um longo processo é aqui que o livro se materializa. Fazer esta visita foi, ao mesmo tempo doloroso e emocionante”.

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Um processo marcado por emoção e entrega

Além disso, o apresentador explicou que o conteúdo da obra nasceu de um processo intenso e profundamente pessoal. Segundo o próprio, revisitar o livro já finalizado trouxe de volta memórias do caminho percorrido.

“Foi escrito com tamanha verdade que entrar e dar de caras com ele é reviver tudo outra vez. Foram sete meses de absoluta entrega a uma obra que eu quero que chegue a todos limpa de tudo e capaz de vos arrancar emoções”.

Assim, o livro acabou por refletir meses de trabalho intenso e envolvimento emocional.

Noites em claro e recomeços marcaram a escrita

Entretanto, Cláudio Ramos revelou também algumas das dificuldades que enfrentou durante a escrita da obra. O apresentador confessou que o processo foi marcado por dúvidas, frustração e muitos recomeços.

“Foi escrita com raiva, muito amor, cheia de perguntas, com noites em claro, dias de frustração por não estar a conseguir o que pretendia depois apagar e recomeçar … apagar e começar outra vez”.

Por fim, o comunicador descreveu o impacto que sentiu ao ver o livro finalmente a ser impresso.

“Quando escutei estas máquinas na impressão de ‘O Amor não Morre’ foi como se uma voz me gritasse para que tudo o que estava a arrumar se desarrumasse outra vez… talvez a função da leitura seja esta. A de despentear, desalinhar, dar que pensar”.

Desta forma, Cláudio Ramos partilhou com os seguidores um momento íntimo do percurso do livro, revelando as emoções que marcaram a criação de “O Amor não morre”.

Veja a publicação AQUI.

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