Terça-feira, Julho 27, 2021

Concorrente do Hell’s Kitchen denuncia “misoginia” no programa

Cândida Pinto fez fortes críticas ao “Hell’s Kitchen”, da SIC, em declarações à TV Mais.


Concorreu porque considera “que seria um bom divisor de águas entre a carreira de modelo e a de cozinha”.

Contudo, saiu tudo ao contrário: “Parece que, ao contrário do que queria, as duas coisas têm-se juntado cada vez mais.

Esperava passar o dia na cozinha, mas não foi bem assim…”, disse à revista TV Mais.

Não tenho o poder de alterar a perceção alheia sobre mim e jamais tentaria, mas noto que há uma reação negativa de certas pessoas que têm o hábito de julgar sem antes sequer trocar algumas palavras comigo – e essas põem-se na defensiva. Sou introvertida, por isso não faço esforço de agradar a ninguém, tento passar despercebida sempre que posso e acabo por parecer arrogante, metida ou seja lá que adjetivo escolham. Na verdade, só sou tímida”, destacou.

Nenhum do feedback que recebi durante a minha permanência no programa foi relacionado as minhas habilidades como cozinheira mas, sim, sobre o meu corpo, por isso já não queria mais estar ali. Nunca ouvi nada parecido na vida real, dentro das cozinhas exigentes pelas quais passei, mesmo sendo um ambiente muito machista. Nunca pensei sofrer ataques pessoais, assim num nível de misoginia tão absurdo, no mundo da televisão”, acusou.

Não vi pressão séria. Achei tudo extremamente encenado”, destacou.

“O chef mencionou o desperdício de comida e é um facto público que ‘Hell’s Kitchen’ não é um restaurante real em pleno funcionamento e sim um show de televisão. Então não há destino apropriado para o que não foi servido. Aparas e sobras em condições de serem aproveitadas geralmente vão para o brunch, a do dia. Achei extremamente desnecessário todo o teatro”, referiu.

A essa questão só respondo no fim do programa”, disse sobre a relação com Ljubomir Stanisic.

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