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Crocodilos, tropa e gargalhadas: Diário da 1.ª Companhia fica marcado por confissões inesperadas em direto

Crocodilos, tropa e gargalhadas: Diário da 1.ª Companhia fica marcado por confissões inesperadas em direto, esta tarde.

Emissão mistura sobrevivência e humor

O Diário da 1.ª Companhia desta quarta-feira, 4 de fevereiro, trouxe revelações improváveis e momentos bem-dispostos em estúdio. A emissão foi conduzida por Marta Cardoso e contou com a presença da recém-expulsa Sara Santos, além dos comentadores Inês Simões e António Leal e Silva.

Além disso, as imagens exibidas mostraram os recrutas em treino de sobrevivência. O tema da alimentação em cenários extremos dominou a conversa.

Sara Santos escolhe crocodilo como “refeição”

Perante a hipótese de ter de caçar para sobreviver, Sara não hesitou na resposta. A escolha surpreendeu o painel.

Assim, declarou:
“Eu acho que sim, é dar uns tiros no crocodilo. Eu penso, desculpa, que não gosto muito dos animais, mas isto, lá está, é uma questão de sobrevivência. É dar um tiro no crocodilo, arrastar e há carne para todos, supostamente”.

Entretanto, Marta Cardoso estranhou a preferência por um animal perigoso. No entanto, a atriz justificou a decisão com o fator emocional.

Explicou:
“Faz menos como se fosse um coelhinho, ou um gato, ou este tipo de animal… Não, entre eu sobreviver e ele matar-me a mim, acho que era a minha refeição, de certeza”.

Passado militar de António Leal e Silva em destaque

Por outro lado, o foco mudou para António Leal e Silva. A apresentadora decidiu testar as histórias do comentador sobre a sua experiência na tropa.

Nesse sentido, lançou a provocação:
“António, como é que, antes de mais dizer o seguinte, o António já aqui por várias vezes, que eu irei agora fazer a pergunta, como é que você achava uma palhinha na natureza? Porquê? Porque o António é uma pessoa com experiência militar, já o disse aqui várias vezes e hoje decidiu provar”.

De seguida, António mostrou fotografias antigas para comprovar o passado. Entre risos, reagiu:
“Documentar, vou documentar, vou documentar, olha, olha”.

Fotografias geram piadas em estúdio

Ao ver as imagens do comentador fardado, Marta não resistiu à brincadeira. A aparência jovem motivou comentários bem-humorados.

Disse:
“Este era, agora o nosso realizador já vai dar aqui, este era o António a cumprir serviço militar. Eu sei que parece um menino de 10 anos, parece, mas não, é o António”.

António contextualizou então o momento. Recordou a idade e a função que desempenhava.

Detalhou:
“Por aí, olha, aqui com a arma. Olha, eu era tão magrinho, olha. Isto foi na semana de campo. E eu já vi este menino… Isto é a semana de campo, porque eu era socorrista. Por isso, eu quando fui para a tropa, foram dois anos e tal, quase três, mas eu fui como socorrista”.

Além disso, esclareceu que a prioridade não era o combate.

Acrescentou:
“Nós aprendíamos a combater o básico, aprendíamos, sim, era a socorrer. Isso, o nosso objectivo era socorrer, não era tanto combater. Mesmo assim, disparámos a arma”.

Alternativa ao crocodilo: cobra

Por fim, a conversa regressou ao tema da sobrevivência alimentar. António sugeriu outra hipótese, mais prática na sua perspetiva.

Concluiu:
“Muito uma cobra, a cobra também se come bem… É um palmo da cabeça e um palmo do rabo”.

Deste modo, entre histórias militares, escolhas improváveis e gargalhadas, o Diário da 1.ª Companhia voltou a juntar informação e entretenimento num dos momentos mais comentados do dia.

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