Os Machine Head encheram o Coliseu dos Recreios para duas horas de espectáculo perante um público em êxtase.

A noite no Coliseu dos Recreios prometia ser absolutamente demolidora, intensa e metálica.

 

 

Os Machine Head já tinham esgotado o Coliseu do Porto no dia anterior, por isso a expectativa em Lisboa aumentava consideravelmente…

 

 

Os Machine Head optaram nesta digressão por não ter nenhuma banda a fazer a sua primeira parte, optando por um espectáculo inteiramente seu. Em Lisboa actuaram durante mais de duas horas. Só eles e o público que encheu a sala do Coliseu dos Recreios

 

 

Na plateia não havia espaço para mais nada. Apenas para ouvir os Machine Head. Aliás é esse o mote da digressão que a banda está a fazer. Como o vocalista Robb Flynn explicou, pretendem estar apenas com os fãs tocando longos sets e recuperar alguns dos temas mais esquecidos, com um concerto que é só deles.

 

 

O público estava em êxtase perante um grande espectáculo de som e luzes. Toda a gente abanava a cabeça, ao som das guitarras e da bateria, quase de forma sincronizada como se de uma coreografia se tratasse. Saltavam por uns por cima dos outros de modo a estarem o mais perto possível da banda. Havia ainda quem optasse por danças de roda. O Coliseu assistia a dois espectáculos num só: o dos Machine Head e o ainda o espectáculo dado pelo público.

 

 

O vocalista dos Machine Head, recordou um dos melhores concertos que já deu onde o público foi fenomenal. Aconteceu em 2004 no Paradise Garage, em Lisboa. Diz que neste concerto o público foi igualmente fenomenal. A banda tocou diversas músicas que percorreram toda a discografia.

 

 

Lisboa assistiu ontem a um concerto inesquecível e revelador de que o Heavy Metal e os Machine Head têm uma relação muito especial com o público português.

 

Fotografia: Everything Is New

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