Alen Tagus lança EP: “Canções numa explosão de cores sonoras fortes e pinceladas de sons escapistas, sonhadores e cinematográficos”

 

 

‘Paris, Sines’ é o nome do EP do projecto Alen Tagus, a ser lançado a 17 de Maio.

 

 

Alen Tagus junta Charlie Mancini, português, com a pianista e compositora francesa Pamela Hute.

Charlie conheceu Pamela através dos meios digitais, e juntos dão vida a um EP surpreendente. Em conjunto dão também uma entrevista ao Infocul na qual abordam este trabalho discográfico.

 

 

Quando surgiu o projecto Alen Tagus?

Alen Tagus surge em Abril de 2018.

O nome Alen Tagus tem algum significado?

O único significado poderá ser a personificação da região do Alentejo onde o Charlie vive; como se se tratasse de uma pessoa com o nome próprio de Alen que existe em inglês (Alen + Tejo). O nome surgiu depois de um pequeno brainstorming e também da pergunta da Pamela: Como é que se traduz Tejo em inglês? Tagus… e assim nasceu o nome do projecto.

O que esperar deste Paris, Sines?

Canções numa explosão de cores sonoras fortes e pinceladas de sons escapistas, sonhadores e cinematográficos. Tudo é devidamente embalado pela bonita voz da Pamela.

Como é o processo criativo da dupla?

Na maior parte das vezes o processo criativo surge de bases que o Charlie envia (só com baixo e teclados). Por sua vez a Pam grava os outros instrumentos e acrescenta letra e voz. A estas bases chamamos de jams (gravações de improvisos em estúdio que por vezes resultam em canções e outras vezes só em loops deambulantes). O mais importante é ter uma estrutura sólida para a construção de uma canção que depois gravita em torno da inclusão de novos elementos gravados em território francês.
É muito gratificante ver o resultado final que nunca é totalmente imaginado porque quando a Pam está a criar o Charlie não assiste a esse momento e vice-versa.

 

Há algum desafio adicional por um estar em Paris e outro em Sines?

O uso da Internet na troca rápida de ficheiros permite que não haja um desafio muito grande. Podemos fazer virtualmente tudo como se fossemos uma banda que está junta (fisicamente falando). OK, para ensaiarmos a distância não dá muito jeito…

 

O que há do Alentejo neste disco, além do estúdio de gravação?

Além do nome existe a inspiração do Atlântico que banha a Costa Alentejana que se avista a partir do Estúdio Fuga e o Charlie que nasceu em Beja. Fora do que mencionámos não existe mais nada genuinamente alentejano no disco.

 

Como definem a vossa música?

Uma música em que há um piscar de olhos aos anos 70 e 90 na abordagem de produção. Esperem uma música que sugere imagens a quem a ouve.

Este disco pode ser enquadrado em algum género musical?

Indie Pop e alguma Dream Pop.

 

Em termos de espectáculos há algo agendado e que possamos revelar?

Ainda não temos nada agendado mas gostaríamos imenso de tocar nos festivais de verão de ambos os países.

 

Em termos de redes sociais onde podem encontrar-vos?

No Facebook em: https://www.facebook.com/alentagus/, no Instagram: https://www.instagram.com/alentagus/ e no Bandcamp: https://alentagus.bandcamp.com/

Qual a mensagem que deixam aos leitores do Infocul?

Não se limitem a ouvir sempre o mesmo género musical; expandam os vossos gostos em termos artísticos para crescerem enquanto pessoas e não se esqueçam de anotar nas vossas agendas o dia 17 de Maio porque o nosso EP é lançado nesse mesmo dia! [sorriem] Abraços e beijinhos da Pam e do Charlie.

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