Alêtheia Editores apresenta “À mesa com os 7 pecados capitais”

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Há perdão para todos os pecados? Faz sentido a confissão ou basta falar com Deus? Estas perguntas, e outras, estão presentes no livro “À mesa com os 7 pecados capitais”, da Alêtheia Editores. A apresentação do livro acontece na quarta-feira, 23 de Novembro, às 18:30, no Círculo Eça de Queiroz, no Largo Rafael Bordallo Pinheiro, terá apresentação pelo cónego João Seabra.

 

 

“À mesa com os 7 pecados capitais” foi escrita a quatro mãos pelo padre Gonçalo Portocarrero de Almada e Zita Seabra. Esta não é a primeira obra assinada em conjunto pelos dois.

 

 

O ponto de partida para esta conversa-entrevista é a obra do pintor e gravador holandês Hieronymus Bosch “Mesa dos Pecados Capitais”. Onquadro-painel é património da Casa Real Espanhola, adquirido pelo rei Filipe II de Espanha, e encontra-se actualmente em exposição no Museu do Prado, em Madrid.

 

 

Mas o tema do pecado está ou não na moda? Para Zita Seabra, “se falar de pecados está completamente fora de moda, muito longe das preocupações pós-modernas, é certo que, frequentemente, na escrita, na pintura, no cinema, se volta aos 7 pecados capitais”.

 

 

No caso, o tema é trazido à ordem do dia por meio da literatura e da comunicação, com este diálogo no qual que Zita Seabra entrevista o padre Gonçalo Portocarrero de Almada. Faz sentido nos tempos de hoje a confissão perante um padre ou basta falar com Deus directamente, como fazem os protestantes? Há perdão para todos os pecados mesmo os mais graves? Estas são algumas das perguntas que importa ver respondidas.

 

 

“Ninguém pode fazer a maravilhosa experiência do misericordioso perdão de Deus, se antes não se souber pecador. E, como se pode reconhecer como tal se não sabe o que é o pecado?!”, refere o padre Gonçalo Portocarrero de Almada, para sublinhar que, por isso, “em boa hora”, Hieronymus Bosch “pintou a mesa em que retratou os sete pecados capitais, dos quais procedem todas as faltas graves ou leves”.

 

 

“Se deixassem de existir pecados, nós, os confessores desapareceríamos, porque o ministério sacerdotal não se entende senão em função da existência do mal”, refere o sacerdote.

 

 

O livro está estruturado como se de uma refeição se tratasse, com a Entrada a ser servida no início, logo após a Abertura, e a Sobremesa no final. Nos restantes capítulos são sete os pratos servidos, cada um dedicado a um pecado capital, a saber: Soberba, Ira, Inveja, Avareza, Gula, Preguiça, Luxúria.

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