Atelier de Tempos Mortos no Chapitô

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A Companhia do Chapitô, criada em 1996, concluiu o ano de 2016 recebendo três galardões internacionais ( as peças galardoadas foram “Édipo” e “Electra”, que recebeu dois prémios) e prepara-se, já no início deste ano, para apresentar a sua mais recente produção: “ATM- Atelier de Tempos Mortos”. Esta produção pode ser vista de 02 de Fevereiro a 26 de Março.

 

 

Esta nova criação colectiva da Companhia do Chapitô tem por base um texto original do grupo e segue a linha de comédia física, marcadamente visual, a que já nos habituou. Numa fórmula muito própria, que lhes tem merecido reconhecidos aplausos, e os tornou queridos em palcos de todo o mundo.

 

 

Nesta peça temos um lugar, quatro vidas, uma história com, irremediavelmente, um final. E agora o tempo; céu muito enrugado com previsão de aguaceiros a partir do final da tarde. Aumento acentuado de manchas de melanina em todas as extremidades. Incontinência nas terras baixas. 

 

 

Vento forte, com esquecimento moderado a partir da região frontal. Neblina ou nevoeiro ocular com possibilidade de persistência. Ligeira depressão no interior com deformação de geada. Nas costas, ondulação acentuada.

 

 

Quanto ao trânsito, acidente ao km 90, originando tráfego lento nas vias de acesso às principais artroses sem possibilidade de desvio. Esta é a sinopse de “ATM – Atelier de Tempos Mortos”.

 

 

Esta peça tem encenação de Cláudia Nóvoa e José Carlos Garcia e interpretação de Jorge Cruz, Ramon de Los Santos, Susana Nunes e Tiago Viegas. “ATM – Atelier de Tempos Mortos”, estreia a 02 de Fevereiro às 22:00 no Chapitô e ficará em cena até 26 de Março, de quinta a domingo, às 22:00. O bilhete custa 12 euros.

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