Bienal de arte contemporânea em Lisboa e no Porto

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A BoCA – Biennial of Contemporary Arts é uma nova bienal de artes contemporâneas que tem a sua primeira edição entre 17 de Março e 30 de Abril de 2017, nas cidades de Lisboa e Porto mas que vai ter actividades em outras cidades do país com um vasto programa educativo baseado na criação contemporânea.

 

 

A apresentação da BoCA aconteceu no dia 06 de Fevereiro, às 17:00, no Teatro Nacional D.Maria II com a performance Shirtologie” de Jérôme Bel. Esta bienal propõe um conceito colaborativo entre instituições artísticas nacionais e internacionais (museus, galerias, teatros), integrando acções no espaço público e incidindo numa programação transversal que propõe uma sinergia entre instituições, campos artísticos e respectivos públicos.

 

 

John Romão é o responsável pela direcção artística do BoCA que surgiu de uma vontade de contribuir de forma consequente para a reflexão sobre o entorno sociocultural contemporâneo e com a vocação explícita de apoiar os processos de construção artística do presente e do futuro. Tem como missão a promoção da criação contemporânea com especial atenção para propostas de carácter transversal, mediante quatro eixos de actuação: produção, programação, difusão e educação artística.

 

 

Do programa educativo do BoCA fazem parte os projectos Música Pobre que tem a coordenação artística da coreógrafa e bailarina Vera Mantero e está a decorrer desde Outubro de 2016 da sinergia entre instituições como a Escola de Música do Conservatório Nacional ou o Teatro Nacional D. Maria II. 

 

 

O segundo projecto estabelecido pela bienal é o BoCA Sub21, plataforma crítica e autoral, onde a voz de uma geração pode transformar o mundo ou não, mas vai pô-lo a andar. A equipa BoCA Sub21 é constituída por um grupo de 10 jovens, com idade entre os 16 e 21 anos.

 

 

Nesta primeira edição, a BoCA, que é financiado pelo Ministério da Cultura e a DG Artes, estabeleceu uma parceria com mais de 30 instituições culturais do país e com mais de 40 artistas nacionais e estrangeiros, a maioria com obras em estreia mundial. Os artistas residentes serão: Salomé Lamas, Musa Paradisíaca, François Chaignaud e Tania Bruguera.

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