Bruno Chaveiro: “O público parece gostar da modernidade associada ao repertório e aos arranjos”

 

 

Bruno Chaveiro actua amanhã, 13 de Novembro, no Teatro Villaret, em Lisboa. Em palco apresentará o disco ‘Desatino’ e contará com convidados, que desvenda em entrevista ao Infocul.

Bruno, o que está a ser preparado para o concerto no Teatro Villaret, em Lisboa?

Este concerto no Villaret será uma viajem pelo alinhamento do disco. Preparámos alguns arranjos novos sobre temas que já temos vindo a tocar de forma a tornar este concerto único. Neste sentido, vamos ter também alguns convidados.

Vais ter convidados neste espectáculo? Se sim, quem é que podes revelar?

Tenho a honra te ter como convidado o Marco Rodrigues, que prontamente aceitou o convite. Os Oquestrada vai também estar presentes e a Susana Chaveiro, minha irmã, que tem uma pequena surpresa em língua gestual para apresentar neste concerto, a semelhança do que foi feito no vídeo clip.

Como tem corrido a aceitação deste #Desatino por parte do público?

Tem sido bastante positivo. O público parece gostar da modernidade associada ao repertório e aos arranjos. Deixa-me obviamente muito feliz que assim seja.

Tens tido alguns concertos depois de teres lançado o disco. Qual o que mais te marcou, até agora, e porquê?

Cada um deles tem sido especial à sua maneira. Houve um que me marcou muito e talvez tenha sido o mais especial: a apresentação em Montemor-o-Novo, no Cine-Teatro Curvo Semedo. Talvez por ser a minha cidade se tenha tornado mais especial por puder mostrar “aos meus” o meu trabalho.

Para este concerto, quem te acompanhará em palco?

À semelhança do que tem vindo a ser até então vai estar João Domingos na viola de fado, André Moreira no baixo, Carlos Lopes no Acordeao, Ivo Martins na Bateria e Eduardo Espinho na Guitarra eléctrica.

Quais têm sido os maiores desafios até ao momento, no teu percurso?

Há desafios que nos vão sempre acompanhando. Mas, honestamente, não houve nenhum que de alguma forma tenha condicionado este caminho uma vez que, me faço acompanhar de uma equipa maravilhosa que, muitas das vezes, resolve qualquer problema antes até de eu saber que seria um problema. Refiro-me à VS Management, aos músicos e à brilhante equipa técnica.

Além dos concertos, onde pode o público ouvir-te (em termos de casas de fado)?

Sou músico residente na Casa de Linhares, em Alfama, de Quarta-feira a Sexta-feira e na Bela Vinhos e Petiscos, aos Domingos.

Em termos de redes sociais, dedicas muito tempo?

Dedico mais tempo agora do que costumava dedicar. Mas ainda assim reconheço a importância das redes e acho que devia dedicar mais.

Qual o tipo de mensagens que mais recebes? Há muitos piropos?

De uma forma geral as mensagem que me vai chegando são de reconhecimento e encorajamento. Não há muitos piropos.

Como é que convidas o público para este espectáculo?

Venham daí! Vai ser um concerto especial… tenho como convidados o Marco Rodrigues, os Oquestrada e a Susana Chaveiro. Estamos a preparar este concerto com muito carinho e gostávamos muito de ter casa cheia!

Qual a mensagem que deixas aos nossos leitores?

Espero que continuem a seguir o meu trabalho porque qualquer artista sem público, não existe.

Rui Lavrador

Iniciou em 2011 o seu percurso em comunicação social, tendo integrado vários projectos editoriais. Durante o seu percurso integrou projectos como Jornal Hardmúsica, LusoNotícias, Toureio.pt, ODigital.pt, entre outros Órgãos de Comunicação Social nacionais, na redacção de vários artigos. Entrevistou a grande maioria das personalidades mais importantes da vida social e cultural do país, destacando-se, também, na apreciação de vários espectáculos. Durante o seu percurso, deu a conhecer vários artistas, até então desconhecidos, ao grande público. Em 2015 criou e fundou o Infocul.pt, projecto no qual assume a direcção editorial.

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