BRUTAL_cartaz

 

 

Durante cinco dias, o Brutal Fest vai levar até ao Damas o rock mais vertiginoso, as cartografias electrónicas e todas aquelas músicas que não têm um lugar bem definido mas que cabem na mesma neste festival que vai acontecer de 17 a 21 de Outubro. Os concertos vão começar pelas 23:00 e terminam pelas 01:00 com um dj set.

 

 

No dia 17 de Outubro poderá ser visto Ricardo Martins (que vai apresentar o resultado final de  um fascinante work in progress que lhe tomou todo o ano de 2016), os 3|30 (Pascal Ansell,  Jari Marjamaki e Violeta Lisboa assumem-se em estados psicotrópicos assentes em batidas fractais, coros fantasma e ruído a partir de caixas de ritmos, vozes, guitarras ) e um DJ Cabeça de Cartaz (nome sonante escolhido pelo Mestre André).

 

 

A 18 de Outubro será a vez de Clementine (que carrega a tocha do movimento riot grrl), MDME SPKR (duo nascido numa cave de Londres) e um dj set de María P. (que vai finalizar uma noite de afirmação feminina, fazendo um passeio pelas memórias da soul, do R&B original ou do surf rock).

 

 

McCloud Zicmuse vai abrir os concertos do dia 19 de Outubro com “The History of Love USA” (este artista acarinhado volta ao Damas para apresentar o seu novo trabalho), Caveira (voltam ao Damas depois de se terem apresentado na festa de aniversário) e o dj set de Candy Diaz (onde os sons obscuros do garage, do funk e da soul se juntam aos ritmos dançáveis do rock).

 

 

A 20 de Outubro poderão ser vistos os concertos de: Broshuda (Nome cada vez mais essencial para a compreensão do mosaico electrónico da última década), Serpente (regressam ao Damas para apresentar “A Noiva) e o dj set de Black Sea Não Maya (esta crew originária da Margem Sul é composta pelos irmãos DJ Kolt e DJ Noronha e pelo primo DJ Perigoso).

 

 

 

O último dia do Brutal Fest, 21 de Outubro, terá os concertos de: Le Ton Mité (Cooperativa musical imaginada e projectada por McCloud Zicmuse), Bugs and Rats (banda criada em Massachusets por Shawnie Brando, Kellso e Radek) e um dj set do DJ Nervoso (que com um estilo directo e cru promete pegar “fogo” à pista de dança).

 

 

 

Este festival, que não tem uma linha condutora nas sim uma rede de afectos que tem se vindo a estreitar ao longo dos anos, é de entrada livre.

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