“Canção de Lisboa” estreou esta quinta feira, dia 14 de Julho, nos cinemas portugueses

Na última quinta feira, dia 14 de julho, estreou “Canção de Lisboa”, o terceiro e último filme da trilogia “Novos Clássicos”. Numa adaptação do filme original de 1933, podemos contar com a interpretação de Cesár Mourão, Miguel Guilherme e São José da Lapa, entre outros.

“Canção de Lisboa” é o mais recente trabalho do realizador Pedro Varela. No seguimento da trilogia “Novos Clássicos”, que conta com a adaptação dos já conhecidos “Pátio das Cantigas” e “O Leão da Estrela”, este terceiro e último filme leva-nos numa viagem pelo tempo, fazendo-nos recordar o que outrora foram as interpretações de ícones nacionais como Vasco Santana ou Beatriz Costa.

 

 

Vasco (César Mourão) é sustentado pelas suas Tias que o consideram um aluno exemplar. No entanto, aquilo que lhe interessa é mesmo os bares e festas da capital lisboeta e uma rapariga em especial, Alice (Luana Martau). Tudo muda quando recebe um e-mail das suas Tias a anunciar uma visita…

 

 

Numa comédia que promete fazer as “delícias” dos portugueses, o realizador, Pedro Varela, e o actor, Miguel Guilherme, que veste a pele do peculiar candidato a primeiro-ministro, José Caetano, partilharam connosco a sua experiência e contaram-nos como foi realizar este filme, desde a reacção que esperam dos portugueses, até à exigência que foi adaptar um dos grandes êxitos do cinema português.

 

 

Muitas das curiosidades e incertezas que “passeiam” na mente de todos os espectadores prendem-se com o facto de perceber até que ponto este filme será ou não baseado na primeira versão, de certo modo, perceber que cenas, personagens e detalhes se mantêm para esta nova edição. Quando questionados sobre possíveis semelhanças entre os dois filmes, tanto Pedro Varela, como Miguel Guilherme deixaram claro que o intuito não era criar um “remake” do primeiro, mas sim, aproveitar o que de bom havia sido feito e alcançar um resultado que pudesse ser divertido e agradável para todos.

 

 

Existem várias (semelhanças) claro, mas não se trata exactamente de um remake, o guião tem 110 páginas originais. Mantem-se o mais importante, Vasco vive em Lisboa à custa das Tias e faz-se passar por doutor. Pelo meio ganhámos um candidato a primeiro-ministro, duas tias muito modernas e uma filha criada no Brasil. Mas a maior semelhança espero que seja o resultado, que se divirtam tanto neste como no antigo.”, conta-nos o realizador, Pedro Varela.

 

 

Por seu lado, Miguel Guilherme confidencia que possíveis semelhanças serviram de base para a realização do filme, mas que fica clara a ideia de acrescentar algo que o distinguisse da sua primeira versão,  “(os dois filmes) apesar de tudo, são muito diferentes um do outro. Grande parte dos personagens deste filme são baseadas no filme antigo, o argumento é baseado no primeiro filme. Ou seja, sem o filme anterior este não existia. Mas não quer dizer que seja um remake, esta “A Canção de Lisboa” é um filme inspirado no anterior.”

 

 

Fica assim, patente a ideia de que este “A Canção de Lisboa” vai mais longe do que se podia esperar, alcançando uma interpretação actual e que, de certo modo, trará uma nova experiência a quem veja o filme, tendo como resultado uma comédia que se inspira no que de bom tinha a primeira edição mas que, no entanto, procura ter o seu cunho pessoal em jeito de distinção. 

 

 

E o que espera, Pedro Varela, com esta nova produção? Segundo o realizador, os fãs podem esperar um filme “cheio de energia e bastante saudável” que estará nas salas de cinema para o “escrutínio de todos” e deixa o apelo: “basta lembrar que “A Canção de Lisboa” é protagonizada pelo genial César Mourão, a talentosíssima Luana Martau, o hilariante Marcus Majella, o enormíssimo Miguel Guilherme, a concentrada Maria Vieira, o furacão São José Lapa a fogosa Carla Vasconcellos e o sex symbol Dinarte Freitas. Com as especiais participações do Lendário Ruy de Carvalho, o ingenioso Nuno Markl e com a incomparável música do inspirado Miguel Araújo. Por isso fazei o favor de rumar às salas de todo o país, enchei as salas, chorai e ride mais ainda… e por último passai palavra… Até lá!”.

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