O Concerto de Ano Novo 2020, da Catedral de Évora, terá lugar no próximo sábado, dia 11 de Janeiro, às 18:00, e contará com a participação do Capella Patriarchal e de Cornetas e Sacabuxas de Lisboa, com direcção e órgão a cargo de João Vaz. Serão interpretadas obras de Duarte Lobo (1565 – 1646) e de Fernando de Almeida (c.1603 – 1660). A entrada é livre mediante inscrição obrigatória, através dos contactos: T. 919745338 – info@althum.com – https://www.althum.com/e de acordo com a disponibilidade do espaço.


Este concerto é organizado por Cabido da Sé de Évora e Althum.com, tendo como mecenas a Fundação EDP e contando com o apoio da Fundação Eugénio de Almeida, Direção Regional de Cultura do Alentejo, Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, Can-Do – Publicidade e Marketing, entre outros.

 


CAPELLA PATRIARCHAL Criado em 2006, e contando já com diversos concertos em Portugal, Espanha e Alemanha, o projeto Capella Patriarchal é destinado fundamentalmente à divulgação dos tesouros da música sacra portuguesa. Apresenta, frequentemente, obras inéditas.

CORNETAS & SACABUXAS DE LISBOA Depois de vários anos colaborando juntos em diversas orquestras nacionais em projetos de repertórios do século XVII (nomeadamente Orquestra Barroca Casa da Música, Orquestra Gulbenkian e Ludovice Ensemble), os elementos deste grupo decidiram criar em Portugal um agrupamento que assumisse a identidade da sua partilha humana e musical.

JOÃO VAZ Natural de Lisboa, João Vaz é diplomado em Órgão pela Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com Antoine Sibertin-Blanc, e pelo Conservatório Superior de Música de Aragão, em Saragoça, onde trabalhou com José Luis González Uriol, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. É também doutorado em Música e Musicologia pela Universidade de Évora.

REPERTÓRIO Pela primeira vez, os Cornetas & Sacabuxas de Lisboa unem-se ao Capella Patriarchal, sob a direção de João Vaz, para apresentar repertório polifónico português do século XVII. O concerto de Ano Novo dará a conhecer obras de Duarte Lobo e de Fernando de Almeida (incluindo a primeira audição moderna do hino Gloria, laus et honor deste último compositor), na conjugação de vozes e instrumentos de sopro tão típica da prática seiscentista ibérica.

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