Conheça o novo conselho de administração da OPART

 

 

O novo Conselho de administração do OPART – Organismo de Produção Artística irá assumir funções a 5 de Julho e é composto pelos seguintes elementos:

– André Moz Caldas, presidente do Conselho de Administração

– Anne Victorino d’Almeida, vogal

– Alexandre Miguel Santos, vogal

 

André Moz Caldas, 36 anos, é Licenciado em Direito e Mestre em História do Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, na qual é assistente convidado em diversas cadeiras, como História do Direito, Direito Romano e Filosofia do Direito. Exerceu advocacia até 2015, ano em que assumiu funções de Chefe do Gabinete do Ministro das Finanças do XXI Governo Constitucional.

Ao longo do seu percurso teve sempre uma ligação muito próxima com o canto e com a música clássica, tendo frequentado o Curso Complementar de Piano na Academia de Amadores de Música e integrado o Coro Sinfónico Lisboa Cantat.

Foi membro da Direção da Associação Musical Lisboa Cantat (2001-2003) e do Conselho Geral da Universidade de Lisboa (2008-2011). Entre 2013 e 2018 foi Presidente da Junta de Freguesia de Alvalade.

 

Anne Victorino d’Almeida, 40 anos, é licenciada em Instrumentista de Orquestra (violino) pela Academia Nacional Superior de Orquestra (ANSO), tendo frequentado e concluído o primeiro ano de Direção de Orquestra na ANSO.

É diretora-adjunta do Conservatório Nacional desde 2017 e professora de violino na mesma instituição desde 2004. Integra ainda, desde 2016, o corpo docente da Academia Musical dos Amigos das Crianças.

Foi professora na Escola Metropolitana de Lisboa (de 2000 a 2012), no Conservatório de Alcobaça (de 2003 a 2004, no projeto de ensino da música da SIC Esperança na Escola Gil Vicente em Lisboa (de 2012 a 13), assim como no Conservatório de Lisboa em Carnide (de 2013 a 2015).

É membro fundador do Rumus Ensemble e do Quarteto Camões desde 2015. Foi também membro fundador do Quarteto Lopes-Graça entre 2004 e 2014. Enquanto compositora, a sua música é tocada com regularidade por diversos intérpretes, formações de câmara e orquestras. Foi compositora residente do Festival Gravíssimo em 2017.

Tem dedicado parte da sua carreira musical à composição de bandas sonoras, tendo recebido o prémio de melhor proposta musical no concurso “Teatro na Década 97”. Compôs a música de diversas peças encenadas no Instituto Português da Juventude, Teatro da Comuna e Teatro da Trindade.

Em 2019 lançou o seu disco de música de câmara “A Sombra dos Sentidos”. Em Maio de 2019, a sua obra Contos & Improvisos venceu o prémio internacional Harvey Philips Award for Composition Excellence em Iowa, Estados Unidos.

 

Alexandre Miguel Santos, 48 anos, é licenciado em Economia pela Universidade Católica e mestre em Comportamento Organizacional pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Concluiu ainda o Programa de Alta Direção de Empresas da AESE Business School.

Desde 2003 que é vogal do Conselho de Administração da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

Iniciou a carreira como economista no Banco Nacional Ultramarino (1995-2000). Entre 2001 e 2003 foi economista e investigador no Departamento de Estudos e Investigação Aplicada no CIDEC – Centro Interdisciplinar de Estudos Económicos. Em 2005, assumiu o cargo de Account Manager Finance & Insurance na Xerox Portugal, tendo passado por empresas como a ParaRede e a Rentsu. Entre 2013 e 2013 foi membro da Comissão Executiva do Fundo de Apoio à Inovação.

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