Diogo Piçarra com duplo motivo para festejar n’ O Sol da Caparica

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Diogo Piçarra teve ontem, 12 de Agosto, duplo motivo para celebrar: brilhou no Festival O Sol da Caparica e o seu tema “Dialeto” atingiu um milhão de visualizações. Ao Infocul falou sobre as duas situações.

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É uma mistura de sentimentos porque não só calhou num dia destes de festival, no “Sol da Caparica”, um festival que é especial, que é só de música lusófona mas também porque foi no dia em que faz um mês. A música saiu no dia 12 de Julho e hoje é dia 12 de Agosto e a música fez um milhão agora, passado um mês. É surreal! É o milhão mais rápido, se posso dizer isso, e acima de tudo é um sinal de reconhecimento e de que valeu a pena eu ter arriscado nesta música. Eu e a minha editora tínhamos receio em mudar um pouco a minha sonoridade mas para mim faz sentido isso, dar este passo. Não queria repetir-me fazendo uma outra “Tu e Eu”. Não sou de fórmulas, não sou nada disso. A “Tu e eu” está feita. A “Verdadeiro”. Todas essas músicas têm a sua vida própria e eu queria virar-me para outro lado, virar-me para outro público e eu próprio também começar uma nova fase da minha vida onde já não sou o miúdo que era quando escrevi “Espelho”. Agora sou um pouco mais crescido. Produzo melhor, escrevo de maneira diferente e vejo o mundo de maneira diferente. A própria música também a vejo de maneira diferente e calhou tudo bem. Foi tudo cinco estrelas” começou por nos dizer.

 

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Diogo Piçarra tem tido um último ano e meio de grane actividade e reconhecimento. A sua carreira conta com dez anos e já tanto atingido. O que falta fazer? “Essa é a minha pergunta todos os dias quando acordo. Mas é normal pensar nisso. Sinto que ainda não fiz tudo e que ainda estou no meio. Para mim, já faço isto há 10 anos, desde 2006. Já canto e dou concertos! Para as pessoas e para o público apenas tenho um ano e meio de carreira e na verdade é isso mesmo, pois só lancei um disco há um ano e meio. Sou conhecido do público por causa do Ídolos, porque de outra maneira era muito mais difícil, apenas pelo YouTube e o que eu alcancei ainda é sinónimo do trabalho que eu tive ao longo destes dez anos e acho que é de louvar ter tido os seguidores bem presos a mim mesmo depois de ter estado desaparecido durante três anos, após os Ídolos. O programa acabou em 2012 e eu só apareci em 2015. Foi óptimo sentir esse apoio quando lancei o “Só tu e eu”. As pessoas estavam lá todas à espera. Acima de tudo também foi a queda de um estigma existente em relação aos participantes de programas de talento e, acima de já não me vejo como  um concorrente mas vejo-me como um artista e a partir daqui é traçar novos objectivos e trabalhar com mais pessoas, fazer mais colaborações como foi este ano com o Jimmy P e os Karetus. Foram colaborações que eu não estava nada à espera e por isso, se eu te disser quais são os objectivos, nunca serão reais porque para o ano pode aparecer alguém que me chame, um artista internacional que queira fazer uma colaboração. Por isso… o objectivo não é ir lá para fora mas se surgir a oportunidade é claro que que vou aproveita-la e agarra-la com “unhas e dentes” mas é aqui que quero cimentar a minha carreira como artista português e estar neste cartaz é um óptimo sinal que me reconhecem no panorama musical português” conta-nos.

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Para além dos fãs, Diogo é elogiado pelos seus pares, sendo disso exemplo o elogio público de Pedro Abrunhosa aquando do lançamento do disco de Diogo, “Espelho”. “Eu acho que chorei mesmo quando cheguei a casa e vi essa notícia, essa publicação. Para além disso tudo, de ele ter sido tão sincero e genuíno nas palavras que teve, sinto que foi o nosso passado como jurado e concorrente do programa. Foi sentir que ele continuava a ser o meu jurado, o meu mentor. No programa ele foi o meu mentor, se calhar foi  a pessoa que mais me apoiava ali. Depois de três anos, de ter lançado o “Tu e eu” e do disco. Ele ter feito publicamente esse e vários elogios. Ele foi a um concerto meu, este ano. Ele foi lá ver e esteve quase na primeira fila a aplaudir e no fim veio dizer-me à moda do Porto que o concerto tinha sido do “carago”. É óptimo sentir isso. É muito gratificante e é um exemplo para mim pois quando eu chegar à idade dele, ou daqui a uns anos, eu espero ser o que ele é para os portugueses” rematou.

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No espectáculo que apresentou n’ “O Sol da Caparica”, Diogo Piçarra apresentou enérgico em palco, extremamente comunicativo e privilegiando a proximidade com os fãs, constando do seu alinhamento temas como “Breve”, “Sopro”, “Verdadeiro”, “Meu é teu”, “Dialeto”, “Tu e eu” ou “Wall of Love” contando com a participação dos Karetus.

 

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