EDP faz balanço do EDP Fado Café no NOS Alive

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O nosso balanço só mesmo no final mas eu acho que já é possível termos este feedback tão positivo que temos sentido dia após dia pelos festivaleiros, pelo público que aqui está, e esse feedback é positivo e é bastante satisfatório” começou por nos dizer Ana Sofia Vinhas, directora de marca da EDP.

“Power by a imagination” é o desafio da EDP aos festivaleiros. “É precisamente isso que nós queremos, que as pessoas aqui venham fazer e entrem no nosso espaço, que façam capas de telemóvel, que já é um clássico da EDP, que façam a sua t-shirt personalizada, que ponham o glitter que é um sucesso. É engraçado que não só são as mulheres que querem pôr os brilhantes na cara ou no ombro, seja onde for, mas os rapazes também gostam de fazer. E depois é muito bom ver a rua EDP cheia de pessoas. É muito bom tentar entrar no EDP Fado Café e não conseguir entrar porque está cheio” acrescenta a directora da marca EDP.
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No seguimento do ano anterior, a Rua EDP, tal como todo o recinto, esteve sempre em excelentes condições de higiene, não se vendo lixo no chão, salvo raríssimas excepções. “Trabalhamos para isso. Não sei se tiveste oportunidade de reparar, estão lá uns caixotes do lixo que foram desenhados, ou adaptados, os caixotes, a parte exterior dos caixotes pelos alunos do IADE, que é uma parceria que nós temos com o IADE porque gostamos de apoiar a criatividade e é precisamente esse o objectivo. É para que as pessoas percebam que não há necessidade de deitar nada para o chão. Há muitos caixotes para colocar o lixo mas eu também noto essa diferença, não sei se tu sentiste, no próprio recinto este ano. Há mais caixotes do lixo e as pessoas naturalmente quando vão a um caixote do lixo não deitam para o chão” referiu Ana Sofia Vinhas.
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No primeiro ano, o EDP Fado Café foi um sucesso e a fasquia estava elevada para este ano que teve no cartaz nomes como Mário Pacheco, Miguel Araújo, Carminho, Tasca do Chico, entre outros. Questionámos Ana Sofia Vinhas se a EDP sugeria ou teria alguma influência na construção do elenco, tendo a directora de marca da energética esclarecido que “jamais, jamais vamos interferir nesse processo que é tão rigoroso e tem que ser feito por especialistas. Ou seja, o que eu quero dizer com isto? Nós podemos falar sobre energia, podemos trazer electricidade, gás e produtos e serviços ligados à energia mas a escolha do cartaz é feita pela Everithing Is New e partilhada connosco e nós damos a nossa opinião. Mas felizmente, como é óbvio, nós estamos na mão dos melhores dos melhores portanto se a Everithing Is New acha que o cartaz é a aposta certa, nós com certeza que concordamos. A única exigência, entre aspas, que fazemos é ‘atenção, tem que ser tão bom como no ano passado ou melhor ainda’. Melhor eu acho difícil. O cartaz tem sido de luxo e é o palco de excelência da música portuguesa e isso para nós é muito importante”, disse.
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Eu acho que pode e deve e é esse o conceito. Ser mais abrangente. É o palco da excelência, da excelência da composição da música portuguesa. Eu acho que isso é bastante importante e estamos a falar de compositores que tem uma natureza criativa que tanto pode ir mais para um lado do fado como pode ir para o lado da música mais ligeira. A Carminho é uma artista, uma cantora de fado, naturalmente. O Miguel Araújo é um grande compositor, claro, e um grande cantor também. A Tasca do Chico não vamos falar, não há dúvidas nenhumas” disse quando questionada se o palco não deveria ter apenas fadistas, tendo em conta o nome EDP Fado Café ou se por outro lado deveria mostrar de forma mais abrangente a música portuguesa, antes de acrescentar que “importante é sentirmos que estamos a dar palco e oportunidade à musica portuguesa. É isso que nós fazemos ao longo de todo o ano. Não o fazemos só nos Festivais de Verão ou nos meses de verão. Fazemos ao longo de todo o ano ao apoiar, por exemplo, o Fado em Madrid ou ao apoiar espectáculos de Fado em São Paulo. Porquê Madrid? Porquê São Paulo? Porquê Espanha? Porquê o Brasil? Porque são países onde nós produzimos, distribuímos e comercializamos também energia e é por isso que nós nos assumimos com toda a credibilidade e sem qualquer tipo de complexo como a “Energia Oficial da Música”. Porque nós encaramos a musica na EDP…a música é encarada como uma expressão da cultura. Não há um braço-armado da cultura. A cultura é arte. É por isso que a EDP construiu um museu como o MAAT, não é?!…Tudo isto é uma coerência. Tudo isto tem uma estratégia por detrás. Está directamente ligada que era a estratégia do próprio negócio, que era a estratégia do posicionamento da marca EDP e esse posicionamento não é só em Portugal. É um posicionamento que se aplica também a Espanha, Brasil e todos os países onde nós estamos presentes”.
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A EDP marcará presença em muitos dos festivais portugueses prometendo continuar a dar espaço à criatividade dos festivaleiros, ao mesmo tempo que aproxima cada vez mais os clientes da marca energética através de uma relação de proximidade.
Fotografias: João Serra de Almeida (Arquivo)/ José Fernandes-NOS Alive

Rui Lavrador

Iniciou em 2011 o seu percurso em comunicação social, tendo integrado vários projectos editoriais. Durante o seu percurso integrou projectos como Jornal Hardmúsica, LusoNotícias, Toureio.pt, ODigital.pt, entre outros Órgãos de Comunicação Social nacionais, na redacção de vários artigos. Entrevistou a grande maioria das personalidades mais importantes da vida social e cultural do país, destacando-se, também, na apreciação de vários espectáculos. Durante o seu percurso, deu a conhecer vários artistas, até então desconhecidos, ao grande público. Em 2015 criou e fundou o Infocul.pt, projecto no qual assume a direcção editorial.

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