Em “Back From The Edge”, James Arthur abre o livro da sua vida

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“Back From The Edge”, lançado em 2016, é o mais recente álbum de James Arthur. Neste álbum o músico abre o livro da sua vida. Pode ter sido uma vida conturbada mas um grande sofrimento dá origem a um grande trabalho, bem elaborado, onde o pop abunda e as melodias são de um extremo bom gosto. Traz um novo James Arthur que pode ser escutado ao longo de 13 temas.

 

 

Em “Back From The Edge”, primeiro tema do disco com o mesmo nome, James Arthur conta como a fama pode ser complicada. Por detrás do brilho das câmaras fotográficas existem muitos sacrifícios, uma vida que muda do dia para a noite. Neste novo disco o cantor britânico que venceu o “X Factor” em 2012 canta neste disco bastante pessoal os problemas de ser famoso. Esta é uma música cheia de dramatismo e de soul onde tudo transparece através de uma letra bastante honesta.

 

 

O segundo tema do disco e o primeiro single a ser conhecido foi “Say You Won’t Let Go”. Nesta música podemos ouvir guitarras que acompanham uma letra emotiva que permite escutar os diferentes registos vocais de James Arthur.

 

 

James Arthur extravasa os seus demónios pessoais, que foram conseguidos devido ao problema que enfrentou com as drogas e a bebida, em “Prisoner”, um tema cheio de groove, e fala sobre a sua luta contra as tendências suicidas no tema “Train Wreck”. Em “Train Wreck” o cantor apresenta um tema melancólico e bem interpretado onde a raiva e a paixão se misturam e a emoção aparece a cada verso. Aqui o cantor inglês é acompanhado por um piano.

 

 

James Arthur dá uma de Ed Sheeran, um compatriota seu, no tema “Can I Be Him”. Aqui a voz perfeita do antigo participante do talent show britânico é acompanhada por uma guitarra acústica bastante afinada que encaixa perfeitamente neste disco sincero e emotivo.

 

 

” I Am” é o quinto tema deste álbum e outra das músicas a destacar. Esta é uma música com garra, com o poder ideal para poder ser tocada como encerramento de um concerto na O2 Arena ou em qualquer grande sala de espectáculos do mundo.

 

 

O funk entra neste disco em “Sober”. Esta é uma das músicas que poderia perfeitamente fazer parte da playlist de qualquer rádio e tocar sem parar. “Phoenix” é outro dos temas que sai da linha de baladas mais pop que James Arthur está habituado a presentear o público. Esta é uma canção mais soul onde ele, qual fênix renascida das cinzas, volta à cantar e a atingir o sucesso que muitos acreditavam já não ser capaz.

 

 

“Let me love the lonely” é possivelmente o tema mais íntimo e romântico de todo o disco. É uma canção luminosa que consegue sobressair de um conjunto mais dramático e obscuro. Esta é a tendência das restantes músicas que compõe o novo álbum de James Arthur.

 

 

Em “Finally”, último tema do disco, James Arthur apresenta-se como um intérprete de baladas belas e simples que evocam a lágrima. A melancolia em “If Only” é apresentada com uma nova textura. 

 

 

“Back From The Edge” apresenta a história na primeira pessoa de quem ficou famoso depressa demais e teve que mudar toda a sua vida.

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