Porque é que não há amor sem clichés? Porque os clichés do amor são bons. Confortam. Aquecem por dentro. E porque são bons e confortam e aquecem por dentro, repetem-se. É por isso que são clichés.

O festival Montepio Às Vezes o Amor é um cliché porque se repete desde 2015. Mas é um cliché dos bons: espalha amor por todo o país, com nomes maiores da música portuguesa. Levou, até agora, emoções a mais de 60 mil pessoas. E 2020 volta a prometer muito. Como as melhores juras de amor.

Em 2020, calha que o Dia dos Namorados se celebre a 14 de Fevereiro. Outro cliché. Já o Montepio Às Vezes o Amor realiza-se a 14 e 15, com o coração a ser tocado e cantado em muitas cidades portuguesas. Nomeadamente por estreantes no festival. A saber: Dead Combo, GNR, Carolina Deslandes, Marco Rodrigues, Black Mamba, Viviane (cantando Édith Piaf) e a Banda do filme Variações.

São estes os donos das visões e das canções deste doce cliché chamado amor e são estas as cidades a receber a 6º edição do festival Montepio Às Vezes o Amor:

Amor Electro – Braga

Aurea – Vila do Conde

Banda do filme Variações – Leiria

Black Mamba – Caldas da Rainha

Carolina Deslandes – Castelo Branco

Dead Combo – Lisboa

GNR – Lisboa e Porto

João Pedro Pais – Coimbra

Mafalda Veiga – Aveiro

Marco Rodrigues – Lagoa

Tiago Bettencourt – Santarém

Viviane canta Piaf – Setúbal

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.