Há novidades no Artes à Rua: Luís Garcia destaca que “é importante ser criativo e movermos-nos por paixões”

 

 

De 12 de Julho a 5 de Setembro, Évora recebe o Artes à Rua, festival multidisciplinar congregador de várias artes e que decorrerá em vários espaços da cidade.

Luís Garcia, programador cultural da Câmara Municipal de Évora, participou no Talkfest esta sexta-feira no Museu das Comunicações, falou em exclusivo ao Infocul sobre o programa.

Omiri (13 de Julho), Canções de Roda- Projecto com Sérgio Godinho, Vitorino, Ana Bacalhau e Jorge Benvinda (14 de Julho), Sharon Shanon (17 de Julho), Mulher Palavra- Com Uxía e Mara, direcção artística de Luís Varatojo (19 de Julho), Madeleine Peyroux (20 de Julho), Martírio + Chano Dominguez (21 de Julho), Funk Off (26 de Julho), Chico César (27 de Julho), Fanfare Ciocarlia (28 de Julho), Transibéria Mundi + Al-Mutamid+ Venga Venga+ Viguela (1 a 4 de Agosto), Em Cada Esquina Um Amigo- Com B Fachada e Halloween (8 de Agosto), Luís Pastor (9 de Agosto), Sofiane Saidi + Mazalda (10 de Agosto), ACERT- O pequeno Grande Polegar (11 de Agosto), Moonlight Benjamin (16 de Agosto), Dorantes (17 de Agosto), Vitorino (18 de Agosto), FIMÉ- Festival Internacional de Música de Évora (21 a 25 de Agosto), Palco MPGP- A Música Portuguesa a Gostar dela Própria (22 a 25 de Agosto), La Pegatina (30 de Agosto), Ópera (31 de Agosto), Orqustra Barroca + Dmitry Sinkovsky (5 de Setembro), são já nomes conhecidos do cartaz.

Luís Garcia disse que por exemplo o projecto Canções de Roda “abre um ciclo para os mais pequenos do Artes À Rua pela primeira vez”, acrescentando que “vamos ter três novas criações, um desafio ao Vasco Casais, do projecto Omiri, para trabalhar o Alentejo e Évora; um desafio ao Carlos Martins, do Jazz, com a sua formação com o Alexandre Frazão, o Carlos Barreto, o Mário Delgado e o João Paulo Esteves da Silva, vão trabalhar com os Cantares de Évora onde vai resultar uma fusão entre o fado e jazz; e um outro desafio em que o foco é a mulher na música que vai ser trabalhado pelo Luís Varatojo, com convites feitos à Uxía, à Capicua, à Lula Pena, à Selma Uamusse e à Mara”.

Évora tem apostado na candidatura a Capital Europeia da Cultura em 2027 e questionámos Luís Garcia se isso alterou o fio condutor da programação, tendo-nos explicado que “há um fio condutor, há uma diferença que não decorre tanto de candidatar Évora a cidade europeia da cultura, decorre mais da melhoria da situação financeira da autarquia”, pois “na verdade à cinco anos tínhamos uma dívida de cerca de 90 milhões de euros, e com um exercício orçamental de 45 e hoje a situação alterou-se, a partir de uma gestão criteriosa e é possível investir mais e nota-se, é claro que a actividade cultural cresceu e diversificou-se”, explicando que “é importante ser criativo e movermos-nos por paixões, a actividade cultural do município não se faz sem isso”.

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