Joana Rios promete: “Será tudo muito diferente” no Museu do Fado

joana rios

 

Joana Rios regressa no dia 20 de Abril, pelas 21:00, ao Museu do Fado, para actuar no ciclo “Há Fado no Cais”. O Infocul entrevistou a artista sobre o que tem preparado para este espectáculo, depois de já ali ter apresentado o seu disco, e também sobre a digressão que tem estado a fazer e o feedback que tem obtido do público. 

 

 

Joana, como está a decorrer a digressão deste teu primeiro disco de fado? 

 

O balanço é muito positivo, até agora estivemos em salas bastante diferentes o que nos permitiu tocar vários alinhamentos e perceber o que podemos melhorar para os próximos espectáculos.  

 

 

 

Qual tem sido o feedback do público? 

 

O feedback tem sido óptimo e muito gratificante já que o público de fado quando gosta de um artista faz questão de o demonstrar e isso tem acontecido durante e no final dos concertos, essas demonstrações de afecto são muito importantes e inspiradoras, dão-nos alento para fazer cada vez melhor. 

 

 

 

A 20 de Abril, regressas ao Museu do Fado com este mesmo disco, que ali apresentaste. O que estás a preparar para este espectáculo? 

 

O espectáculo do Museu do Fado vai ser especial, não vou deixar de cantar o meu disco, no entanto, porque este é um concerto inserido no ciclo “Há fado no cais” estou a preparar um concerto completamente novo de raiz. 

 

 

 

 

Em termos de alinhamento há surpresas reservadas ou optarás apenas por  temas do disco? 

 

O alinhamento terá várias surpresas e a própria estrutura do concerto será diferente, inclusive a nível cénico. Será tudo muito diferente do que tenho feito até aqui e essas diferenças passarão obrigatoriamente pelo repertório. 

 

 

 

Como convidas o público a ir ao Museu do Fado? 

 

Quem vier até ao Museu do Fado no dia 20 vai poder escutar fado tradicional e fado-canção acompanhada à guitarra e à viola. Será um concerto totalmente diferente dos que fiz até aqui, muito desafiante para mim e para os músicos quer do ponto de vista técnico quer emocional. 

 

 

 

Quais as próximas datas que queiras também aqui revelar? 

 

As próximas datas são dia 6 de Maio nas Caldas da Rainha no Centro cultural e de congressos, dia 19 de Maio na Póvoa de Varzim no Cine-Teatro Garrett e dia 27 de Maio vamos estar na Casa da Música no Porto. 

 

 

Onde pode o público interagir contigo e estar a par das tuas novidades? 

 

O Facebook acaba por ser a forma mais directa de me contactar e é a plataforma que utilizo para partilhar novidades rapidamente, acaba por ser uma espécie de diário. Tenho também um site que serve como arquivo ao qual as pessoas podem recorrer para obter informações mais completas acerca do meu trabalho. 

 

 

Dedicas muito tempo às redes sociais? 

 

Dedico algum tempo, por exemplo, na rede social do Facebook, sou eu que respondo às mensagens e comentários dos fãs e isso acaba por me consumir algum tempo mas é um tipo de comunicação que me aproxima de quem segue o meu trabalho e isso é muito interessante. 

 

 

 

Qual a importância delas no teu trabalho? 

 

Hoje em dia é quase impossível ser-se um artista info-excluído, já que, acabamos por receber muitos contactos profissionais através das redes sociais, o tipo de partilha que estas permitem acabam por me influenciar também artisticamente. 

 

 

 

Como descreverias este teu disco? 

 

Alguém disse que o meu disco lhe fazia lembrar um bairro moderno e eu penso que essa é uma boa imagem que dá espaço para várias leituras.

 

Rui Lavrador

Iniciou em 2011 o seu percurso em comunicação social, tendo integrado vários projectos editoriais. Durante o seu percurso integrou projectos como Jornal Hardmúsica, LusoNotícias, Toureio.pt, ODigital.pt, entre outros Órgãos de Comunicação Social nacionais, na redacção de vários artigos. Entrevistou a grande maioria das personalidades mais importantes da vida social e cultural do país, destacando-se, também, na apreciação de vários espectáculos. Durante o seu percurso, deu a conhecer vários artistas, até então desconhecidos, ao grande público. Em 2015 criou e fundou o Infocul.pt, projecto no qual assume a direcção editorial.

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