José António Quintanilha venceu o Prémio Bienal de Fotografia em Vila Franca de Xira

 

 

José António Quintanilha é o vencedor do Prémio Bienal de Fotografia – BF18, pelo seu conjunto de obras Coro do Gigante. O Júri da BF18 decidiu também pela atribuição de uma Menção Honrosa a Marta Leite, pelo seu trabalho Guerra e Nuvens.

Inaugurou hoje, 26 de Janeiro, no Celeiro da Patriarcal, a 15.ª edição da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira – BF18, promovida pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e com curadoria geral de Sandra Vieira Jürgens.

José António Quintanilha foi o artista vencedor desta Bienal, conforme decisão unânime do Júri presidido por Raquel Henriques da Silva e constituído também por Ana Anacleto, Celso Martins e Sara Antónia Matos. O vencedor irá receber um prémio da Autarquia no valor de 5.000,00€. Em Coro do Gigante, José António Quintanilha cruza impressões diárias e de viagem numa narrativa temporalmente fragmentada capaz de projectar-se numa dimensão alegórica. O Júri teve em consideração a maturidade, consistência e originalidade do projecto, que se manifesta tanto em cada uma das imagens, como na sequência que estabelecem entre si. José António Quintanilha nasceu e vive em Lisboa. O seu percurso académico inclui a AR.CO e a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, abrangendo as Artes Plásticas, Fotografia e Arte Multimédia. Participa em exposições colectivas desde 2009 e expôs individualmente na Sociedade Nacional de Belas Artes e no Módulo-Centro Difusor de Arte em Lisboa, em 2017.

A Marta Leite foi atribuída uma Menção Honrosa por Guerra e Nuvens, um trabalho que consiste num mural em que é abordada a presença de fenómenos meteorológicos em obras, assim como textos de ensaio e literários de vários autores e autoras. Marta Leite residiu no Concelho de Vila Franca de Xira, vivendo actualmente em Berlim, onde se licenciou em Escultura.

A BF18 congrega na presente edição três exposições que estarão patentes até 10 de Março. Paralelamente à Exposição presente no Celeiro da Patriarcal, com as obras dos 10 candidatos ao Prémio, a Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira apresenta duas exposições paralelas que integram o programa curatorial, patentes no Museu Municipal e na Fábrica das Palavras. No Museu Municipal, em “Espaço Comum” ganha destaque uma abordagem documental à realidade, com a apresentação de trabalhos de Margarida Correia, Rodrigo Tavarela Peixoto, Tito Mouraz e Valter Vinagre. Na Fábrica das Palavras, através de “Imagens com Vida Própria”, procura-se um espaço de representação para a fotografia de natureza mais ensaística e reflexiva, com projectos de João Paulo Serafim, Duarte Amaral Netto, Mariana Gomes Gonçalves e Soraya Vasconcelos.

Tal como referido pelo Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Alberto Mesquita, no momento da inauguração, “A Bienal de Fotografia tem-se constituído ao longo de todos estes anos como um espaço dedicado à Liberdade criativa e à pluralidade de visões do mundo, mas acima de tudo, é uma Exposição da qual emerge a grande paixão que a arte fotográfica continua a suscitar”.

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