Caberá a Lídia Jorge encerrar o Festival Literário da Madeira. Pelo Festival Literário da Madeira (FLM) passarão mais de 60 participantes, entre escritores, ilustradores, moderadores, músicos e actores.

Seguindo a tradição das edições anteriores, os primeiros dias do FLM são dedicados ao Festivalinho Literário Infantil (FLI). Crianças e jovens têm a oportunidade de contactar directamente com autores através de encontros e apresentações.

 

 

De 11 a 16 de Abril serão muitos os encontros, as conversas, os debates, os espectáculos, os lançamentos, as apresentações e tertúlias sob a égide do tema “Falsidade e Verdade na Ficção Literária”.

 

 

A sessão de abertura decorre a 13 de Abril, com os discursos institucionais de Francesco Valentini, director-geral da Nova Delphi, de Paulo Cafôfo, presidente da Câmara Municipal do Funchal e de Eduardo Jesus, Secretário Regional Economia, Turismo e Cultura. Ao palco sobe então Mia Couto, autor moçambicano multipremiado, para uma conversa com o jornalista Fernando Alves.

 

 

O encerramento, a 16 de Abril, cabe a Lídia Jorge, autora de vasta obra e amplamente reconhecida e traduzida para vários idiomas. Lídia Jorge é autora de uma obra imensa, com adaptações ao teatro e ao cinema, das quais se destaca o filme “A Costa dos Murmúrios”, um dos mais poderosos textos sobre a guerra colonial, adaptado a filme por Margarida Cardoso. Pelo conjunto da sua obra, foi vencedora do prestigiado prémio da Fundação Günter Grass, na Alemanha. Em 2013 a revista “Le Magazine Littéraire” considerou-a uma das 10 grandes vozes da literatura estrangeira.

 

 

“Um grande livro nem sempre tem atrás de si as mãos de um grande homem” será o argumento para a conversa com Luís Caetano. Entre as sessões de abertura e encerramento, serão seis as conversas cruzadas, sobre temas tão sortidos como alteridade, edição, religião, cinema, biografia e direitos humanos.

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