‘Luís de Matos- Impossível ao Vivo’ estreia hoje no Tivoli BBVA e o mágico português promete algo “irrepetível”

Estreia hoje, 12 de Dezembro, a edição deste ano de ‘Luís de Matos- Impossível ao Vivo’, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa.

O Infocul marcou presença ontem num ensaio para a imprensa e conversou com Luís de Matos sobre este espectáculo e o que difere para o ano passado, no qual 24 mil pessoas assistiram ao longo de 16 sessões.

Nós no final do Impossível do ano passado… eu comecei imediatamente a desenhar este novo Impossível. Primeiro foi numa primeira fase, logo no principio do ano, garantir que as agendas de todos os artistas que eu queria muito estavam disponíveis, quer em termos de agenda, quer em termos de entusiasmo que é necessário para participar num projecto que é diferente de tudo. A grande diferença deste projecto com outros espectáculos de magia, é que isto não é um formato de gala em que cada um vem, mostra o seu número e vai para casa. O que nos procuramos é que haja uma grande interacção e que seja um bocadinho um ensemble que seja irrepetível, dessa maneira existem momentos que obviamente são protagonizados por casa um dos artistas, mas existem muitos momentos em que nós interagimos e em que estamos conjuntamente a criar essas ilusões e a fazer o Impossível em palco”, começou por nos dizer.

Explicou-nos que todos os seus convidados “já vieram a Portugal, durante este ano. 4/5 vezes, 6 no caso de James More. Ou porque tínhamos de fazer entrevistas, ou porque tínhamos de fazer promoção, ou porque estavam a caminho e outro sítio qualquer… já tivemos aqui no teatro várias vezes. O James More está, por exemplo, há dois meses a trabalhar connosco neste espectáculo. O Halim An chegou mais tarde… Conforme os vários momentos fomos arranjando forma de os ensaiar”, quando questionado sobre o tempo de ensaio que tiveram em conjunto.

Destacou-nos ainda de que “grande parte da criação é feita em conjunto e mentiria se dissesse que estava tudo pronto para amanhã. Não, não está tudo pronto para amanhã [hoje], mas vai estar!

Os seus convidados (Halim An, James More, Raymond Crowe e Topas), além de dizerem “o que todos os turistas dizem (que as pessoas são simpáticas, que a cidade é bonita, a comida maravilhosa…), o que se calhar não estão tão habituados é encontrar um conjunto de equipas tão profissional como aquele que está por detrás do Impossível. Porque juntamos aqui gente com muita experiência. Juntamos gente que me acompanha, há 24 e que vai para 25 anos, a equipa da UAU que existe há 30 anos, a equipa do Tivoli BBVA que está junta há dezenas de anos, e portanto como o êxito é partilhado por todos, também a responsabilidade é assumida por todos”.

Portanto, “isso é surpreendente para um artista que chega e vê que está toda a gente a lutar pelo mesmo objectivo”.

Desafiámos Luís de Matos a classificar os seus convidados com apenas um adjectivo. Começou por considerar “difícil classificar com adjectivos diferentes, mas vamos tentar…

Assim:

“Topas– Criativo;
James More– Impactante;
Halim An– Surpreendente;
Raymond Crowe– Sonhador
Joana Almeida– É a protagonista de tudo aquilo que faço em palco, portanto diria cumplicidade e talento

Sobre os Momentum Crew, explicou que “comecei por ser fã deles. Em 2016 deparei-me que havia uma companhia portuguesa que todos os anos trazia três ou quatro títulos de campeões do mundo, ou do que quer que seja, para Portugal. E isto para mim foi ‘Han?’, primeira surpresa. Depois, biboys? Dança Urbana? Deixa ver… Trabalharam, por exemplo, com o Ricardo Pais no Teatro Nacional de São João, e percebi que as valências deste conjunto eram surpreendentes”.

Por tudo isto, e por alguns truques a que assistimos e não devemos revelar, será impossível não ir assistir ao ‘Impossível ao Vivo’: artistas de craveira mundial, um espectáculo único, uma produção de qualidade e uma experiência imprevisível mas, garantidamente, boa.

Até dia 5 de Janeiro estarão no Tivoli BBVA em Lisboa, depois seguem para Coimbra e Faro.

Rui Lavrador

Iniciou em 2011 o seu percurso em comunicação social, tendo integrado vários projectos editoriais. Durante o seu percurso integrou projectos como Jornal Hardmúsica, LusoNotícias, Toureio.pt, ODigital.pt, entre outros Órgãos de Comunicação Social nacionais, na redacção de vários artigos. Entrevistou a grande maioria das personalidades mais importantes da vida social e cultural do país, destacando-se, também, na apreciação de vários espectáculos. Durante o seu percurso, deu a conhecer vários artistas, até então desconhecidos, ao grande público. Em 2015 criou e fundou o Infocul.pt, projecto no qual assume a direcção editorial.

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