Marco Rodrigues brilhou no Barreiro perante sala esgotada!

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O Auditório Municipal Augusto Cabrita, no Barreiro, teve lotação esgotada para receber o “Copo Meio Cheio” de Marco Rodrigues. O fadista apresentou o novo disco perante um público caloroso e que cantou alguns dos temas mais conhecidos da discografia anterior.

 

 

 

Num sábado frio, o fadista começou logo a aquecer o público quando abriu o espectáculo cantando sem suporte de som “Tantas Lisboas” apenas acompanhado pelo baixo de Frederico Gato, numa demonstração de poder vocal e interpretativo, terminando o tema já com suporte de som e com Pedro Viana e Nelson Aleixo a acompanharem na guitarra portuguesa e clássica, respectivamente.

 

 

Numa primeira parte do espectáculo em que apresentou temas da discografia mais antiga, destacam-se “acho inúteis as palavras” e “Rosinha dos Limões”, este último numa homenagem a Max.

 

 

Marco Rodrigues soube entender e fazer-se chegar ao público do Barreiro. Foi explicando o espectáculo, breves histórias sobre os temas, colocou a plateia a cantar em alguns deles e em termos de espectáculo esteve seguro, com excelente afinação e a mostrar a pujança da sua voz. Mesmo quando mudou o registo vocal em alguns temas, soube executar com qualidade. O fadista nortenho está cada vez mais seguro e isso permite-lhe uma qualidade de espectáculo elevada.

 

 

Mas o destaque maior deste espectáculo eram, e foram, os temas do novo disco. Um disco que não é de fado, mas sim de um fadista cantando outros géneros musicais. Neste disco colocou ‘malta nova’ e de outros géneros musicais a escrever e compor para si. O resultado foi um disco homogéneo, bem pensado e ainda melhor executado. “Fado do Cobarde” e “O Tempo” (que conta com um número estratosférico de visualizações) foram o pontapé de saída na apresentação do disco no Barreiro e o público mostrou já estar bem entrosado com as letras.

 

 

Regressou à discografia anterior com “O Homem do Saldanha”, regressando ao novo disco loo de seguida com “Copo Meio Cheio”, tema escrito por Mariza Liz e com música de Tiago Pais Dias. A viagem pelo novo trabalho discográfico continuou com “Não podia estar melhor”, da autoria de Boss AC, “O Vapor” de Carlão (que pela primeira vez escreveu para um fado tradicional) ou ainda “Mal dormido” dedicado ao seu filho Bernardo.

 

 

Pelo meio colocou o público a trautear “O Fado do Estudante”. O público que queria mais e obrigou a encore no qual foi interpretado “O Tempo”. Tempo ainda para dois temas interpretados já fora da sala, antes da habitual sessão de autógrafos.

 

 

Marco Rodrigues esteve acompanhado por Pedro Viana na guitarra portuguesa, Nelson Aleixo na viola de fado, Frederico Gato no baixo e Sertório na percussão e bateria. A destacar ainda o desenho de luz e cenografia de palco (simples e muito bonita). Em breve apresentaremos ainda entrevista realizada ao artista, a seguir ao concerto.

 

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Notícia publicada a 18/02/2018


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