MEO Marés Vivas ao rubro no segundo dia de festival, destacando-se Jimmy P, Dengaz e James Bay

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O MEO Marés Vivas teve no seu segundo dia, 15 de Julho, um dia épico com todas as actuações no palco MEO a resultarem em sucessos absolutos. Nesta sexta-feira desde o primeiro concerto até ao último o público merece todos os elogios pela entrega aos espectáculos cantando com todos os artistas. Ambiente absolutamente incrível.

Jimmy P teve a responsabilidade de abrir palco e não a acusou. Talvez o facto de o público estar consigo desde que entrou em palco tenha sido uma ajuda, mas não esqueçamos a qualidade de Jimmy P que faz dele um dos maiores talentos da sua geração. Num concerto em que as sonoridades do hip hop e da soul music marcaram presença, Jimmy P aproveitou para rodar o seu mais recente disco, “Essência”. O público soube cantar todos os temas e teve ainda como bónus a presença de Diogo Piçarra para um dueto com Jimmy P e que foi gravado o videoclip ao vivo no MEO Marés Vivas.

 

 

Dengaz subiu de seguida ao palco MEO para o segundo concerto do dia. O artista natural de Cascais evolui a cada concerto, trazendo consigo uma energia, uma mensagem, um postura completamente inspiradoras. O seu hip hop emociona, não sendo lamechas, as suas letras carregam em si as experiencias de Dengaz e o público identifica-se com a verdade da sua música. Tal como Jimmy P também trouxe um convidado ao Marés Vivas, neste caso o cantor alentejano António Zambujo, com quem recentemente gravou um dueto, tendo esta apresentação pública sido a primeira em conjunto.

 

 

James Bay era um dos grandes atractivos desta noite e não desiludiu. Os seus temas intimistas são poderosamente projectados e aniquilam qualquer separação que pudesse existir entre os temas intimistas e o ambiente de festival. O público entregou-se durante todo o concerto, que contou no alinhamento com temas como “Let it go”, “Scars” ou “Hold back the river”. Quase como todos os artistas que passaram pelo palco MEO, também Bay relembrou a conquista do Euro 2016 por parte de Portugal.

 

 

Kodaline e Los Frequencies fecharam com dois concertos, este segundo dia de festival que voltou a levar milhares à margem do rio Douro, esgotando o recinto ali montado para a edição 2016 do MEO Marés Vivas.

Rui Lavrador

Iniciou em 2011 o seu percurso em comunicação social, tendo integrado vários projectos editoriais. Durante o seu percurso integrou projectos como Jornal Hardmúsica, LusoNotícias, Toureio.pt, ODigital.pt, entre outros Órgãos de Comunicação Social nacionais, na redacção de vários artigos. Entrevistou a grande maioria das personalidades mais importantes da vida social e cultural do país, destacando-se, também, na apreciação de vários espectáculos. Durante o seu percurso, deu a conhecer vários artistas, até então desconhecidos, ao grande público. Em 2015 criou e fundou o Infocul.pt, projecto no qual assume a direcção editorial.

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